Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Seropédica, 05 de Julho de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: MÓDULO
Unidade Responsável: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA ANIMAL (11.39.00.33)
Código: IZ-1231
Nome: AQUICULTURA MARINHA
Carga Horária Teórica: 30 h.
Carga Horária Prática: 30 h.
Carga Horária de Ead: 0 h.
Carga Horária Total: 60 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Sim
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Sim
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Permite Múltiplas Aprovações: Não
Quantidade de Avaliações: 1
Ementa/Descrição: Histórico da aquicultura e atualização dos dados de produção mundial e brasileira de pescados. Condições de cultivo: noções sobre as principais espécies indicadas para a produção marinha (peixes, camarões e moluscos); informação sobre outros tipos de cultivos (macroalgas, microalgas, aquaponia, sistema multitrófico); parâmetros de qualidade de água para a produção marinha. Nutrição, alimentação das principais espécies; reprodução e métodos de indução a maturação e desova. Principais patologias que acometem os organismos aquáticos. Biotecnologias aplicadas à produção. Impactos da aquicultura marinha.
Referências: Bibliografia 1. SIPAÚBA, L.H.S. 1995. Limnologia aplicada a aquicultura. Jaboticabal, SP. FUNEP. 72p. 1. ACEB – Associação Cultural e Educacional Brasil. 2014. 1º Anuário Brasileiro da Pesca e Aquicultura. Florianópolis, SC. 136p. 2. ARANA, L.V. 2010. Qualidade da água em aquicultura – princípios e práticas. 3a Edição. Editora UFSC. 238p. 3. BALDISSEROTO, B. 2013. Fisiologia de peixes aplicada à piscicultura. Editora UFSM. 352p. 1. BALDISSEROTO, B. & GOMES, L.C. 2013. Espécies nativas para a piscicultura no Brasil. Editora UFSM. 608p. 2. BARBIERI JR, R.C. & OSTRENSKY, A.N. 2002. Camarões marinhos – engorda. Ed. Aprenda Fácil. 352p. 3. BARBIERI JR, R.C. & OSTRENSKY, A.N. 2002. Camarões marinhos – reprodução, maturação e larvicultura. Ed. Aprenda Fácil. 243p. 4. CABRITA, E; ROBLES, V.; HERRÁEZ, P. 2008. Methods in reproductive aquaculture: marine and freshwater species. Taylor and Francis Group. 574p. 5. FAO, 2003. A guide to the seaweed industry. Fisheries and technical paper 441. Rome, Italy, 118p. 6. FAO. 2018. The State of world fisheries and aquaculture 2018. Meeting the sustainable development goals. Rome, Italy. 227p. 7. FERREIRA, P.M.P. 2009. Manual de cultivo e bioencapsulação da cadeia alimentar para a larvicultura de peixes marinhos. Ed. IPIMAR, Portugal. 235p. 8. FRACALOSSI, D.M.; CYRINO, J.E.P. 2012. NUTRIAQUA – Nutrição e alimentação de espécies de interesse para a aquicultura brasileira. Florianópolis: Sociedade Brasileira de Aquicultura e Biologia Aquática. 375p. 9. LUCAS, J.S. & SOUTHGATE, P.C. 2012. Aquaculture: farming animals and plants. 2nd edition. Willey- Blackwell. 645p. 10. NRC. 2011. Nutrients Requirements of Fish and Shrimp. The National Academies Press, Washington, D.C. 392 p. PERÍODICOS CIENTÍFICOS: Aquaculture; Aquaculture Research; Aquaculture International; Journal of World Aquaculture Society; Aquaculture Nutrition; Journal of Applied Ichthyology; Annals of Brazilian Academy of Sciences; Revista Brasileira de Zootecnia; Aquaculture Engineering.

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