Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Seropédica, 22 de Setembro de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: MÓDULO
Unidade Responsável: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS EM DESENVOLVIMENTO, AGRICULTURA E SOCIEDADE/ICHS (12.28.01.00.00.00.80)
Código: IH-1584
Nome: TECNOLOGIA, CIÊNCIA E SABERES NA AGRICULTURA
Carga Horária Teórica: 60 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária de Ead: 0 h.
Carga Horária Total: 60 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Sim
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Sim
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Permite Múltiplas Aprovações: Não
Quantidade de Avaliações: 1
Ementa/Descrição: A disciplina tem como objetivo explorar, sob a ótica das ciências sociais, as múltiplas interfaces que se estabelecem entre ciência, tecnologia, saberes e modos de vida relacionados à agricultura partir da segunda metade do século XX. São acionadas, com esse objetivo, diferentes abordagens que buscam analisar a ciência, a tecnologia e os processos de mudança tecnológica na agricultura, considerando suas relações com atores sociais, políticas públicas e instituições. Especial atenção será dada à natureza multiescalar dos processos de transição sociotécnica na agricultura e aos desafios envolvidos na reconfiguração do atual sistema agroalimentar com base em princípios de sustentabilidade, na contemporaneidade.
Referências: MÓDULO 1 – TECNOLOGIA, CIÊNCIA E SABERES NA AGRICULTURA: CENÁRIOS E CONTROVÉRSIAS Aula 1– O futuro da agricultura em debate Leituras obrigatórias: LYBBERT, T. J.; SUMNER, D. A. Agricultural technologies for climate change in developing countries: policy options for innovation and technology diffusion. Food policy, n. 37, 2012. p. 114- 123. ETC Group. ¿Quién nos alimentará? Preguntas sobre la crisis alimentaria y climática. Communiqué, nov. 2009, no 2012. Leituras complementares: EVALUACIÓN INTERNACIONAL DEL PAPEL DEL CONOCIMIENTO, LA CIÊNCIA Y LA TECNOLOGIA EN EL DESAROLLO AGRÍCOLA – IAASTD. Resumen del informe de Síntesis. África del Sur, Joanesburgo, 2008. FELDMAN, S.; BIGGS, S. The politics of International Assessments: the IAASTD process, reception and significance. Journal of Agrarian Change, v. 12, n. 1, 2012, p. 144-169. INRA/CIRAD. Agrimonde. Scenarios and Challenges for Feeding the World in 2050. – Summary Report. Paris: INRA/CIRAD, 2009. THORNTON, P.; LIPPER, L. How does climate change alter agricultural strategies to support food security? IFPRI Discussion Paper 01340. IFPRI, CGIAR, FAO, 2014. Aula 2 – Redesenhando o sistema agroalimentar: uma agenda de mudanças? Leitura obrigatória: LANG, T.; BARLING, D.; CARAHER, M. Food policy: integrating health, environment and society. Oxford and New York: Oxford University Press, 2009. Chapter 2 – Defining food policy. P. 21-64. Leituras complementares: IPES FOOD. The new science of sustainable food systems: overcoming barriers to food systems reform. International Panel of Experts on Sustainable Food System, May 2015. PRETTY, J. et al. The top 100 questions of importance for the future of global agriculture. International Journal of Agricultural Sustainability, v. 8, n. 4, 2010, p. 219-236. Aula 3 - As relações metabólicas sociedade-natureza: perspectivas de análise sobre um mundo em transição Leituras obrigatórias: HABERL, H. et al. A socio-metabolic transition towards sustainability? Challenges for another Great 3 Transformation. Sustainable Development, n. 19, 2011, p. 1-14. COMPOSTO, C.; NAVARRO, M. L. Claves de lectura para compreender el despojo y las lutas por bienes comunes naturales en America Latina. In: _________. Territorios em disputa. Despojo capitalista, lutas em defensa de los bientes comunes naturales y alternativas emancipatorias para America Latina. Mexico-DF: Bajo Tierra Ed., 2014. P. 27-69. Leituras complementares: FAIRHAID, J.; LEACH, M.; SCOONES, I. Green grabbing: a new appropriation of nature? Journal of Peasant Studies, v. 39, n. 2, 2012. p. 237-261. FISCHER-KOWALSKI, M. Society’s metabolism: the childhood and adolescence of a rising conceptual star. In: REDCLIFT, M. and WOODGATE, G. The International Handbook of Environmental Sociology. Chelternham-UK – Northhampton, MA-US: Edward Elgar, 1997. p. 119- 137. HEINBERG, Richard e BOMFORD, Michael. The food and farming transition: towards a postcarbon food system. Sebastopol-CA/US: Post Carbon Institute, 2009. RAMOS, G. C. D. Cambio global y geopolitización hemisférica de los recursos naturales. Nostromo – Revista Critica Latinoamericana, Año IV, n. 5, Otoño 2011 – Primavera 2012, p. 12-23. Aula 4 - Vivendo e agindo em um mundo incerto Leituras obrigatórias: FUNTOWICZ, S.; RAVETZ, J. La ciencia de la era post normal. Traducción del artículo “Science for the postnormal age” publicado en por Futures em septiembre de 1993. CALLON, M.; LASCOUMES, P.; BARTHE, Y. Acting in an uncertain world: an essay on technical democracy. Cambridge and London: The MIT Press, 2009. Chapter 1 – Hybrid Forums. p. 3-36. Visita ao site: MACOSPOL (Mapping Controversies on Science for Politics) - http://www.medialab.sciencespo. fr/projets/macospol/. Acesso em: 01/08/2015. Leituras complementares: PORTO, M. F. de S. Uma ecologia política dos riscos: princípios para integrarmos o local e o global na promoção da saúde e da justiça ambiental. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2012. RIBOT, Jesse. Risk and blame in the Anthropocene: multi-scale climate change analysis. Paper presented at Food Sovereignty: a critical dialogue, International Conference, September 14-15, 2013. New Haven-US: Yale University. VENTURINI, T.; JACOMY, M.; PEREIRA, D. Visual network analysis: the example of the Rio+20 Online Debate. Disponível em http://www.medialab.sciences-po.fr/wp-content/uploads/2015/06/Visual Network_Paper-10.pdf. Acesso em: 01/08/2015. 4 MÓDULO 2 - Natureza, cultura, ciência e conhecimento em perspectiva Aula 5 - A percepção do ambiente em Tim Ingold Leituras obrigatórias: INGOLD, Tim, The perception of the environment: essays on livelihood, dwelling and skill. London and New York: Routledge, 2000. Chapter 10: Building, dwelling, living: how animals and people make themselves at home in the world. p. 172-188. INGOLD, Tim. Being alive: essays on movement, knowledge and description. London / New York: Routledge, 2011. Part III, Chapter 8, The shape of the earth. p. 99-114. Leituras complementares: CARVALHO, I. C. de M.; STEIL, C. A. Percepção e ambiente: aportes para uma epistemologia ecológica. Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambienta, v. especial 2013, p. 59-79. COLLINGWOOD, R. G. Ciência e filosofia: a idéia de natureza. Lisboa: Editorial Presença, 1986. p. 7-33. (versão impressa) DESCOLA, Philippe. Mas allá de la naturaleza y de la cultura. IN: MARTINEZ, L. M. (ed). Cultura y Naturaleza. Bogotá: Jardin Botánico de Bogotá José Celestino Mutis, 2011. p. 76-96. INGOLD, Tim, The perception of the environment: essays on livelihood, dwelling and skill. London and New York: Routledge, 2000. Demais capítulos do livro. Aula 6 - Modernidade, colonialidade e natureza Leitura obrigatória: BLASER, Mario. The threat of the Yrmo: the political ontology of a sustainable hunting program. American Anthropologist, v. 111, n. 1, March, 2009. p. 10-19. ALIMONDA, Héctor. Uma introducción a la ecologia política latinoamericana. IN: GROSFOGEL, Ramón; HERNÁNDEZ, Roberto A. Lugares descoloniales. Espacios de intervención em las Americas. Bogotá: Editorial Pontifícia Universidad Javeriana, 2012. p. 59-94. Leituras complementares: BLASER, Mario. Storytelling globalization from the Chaco and beyond. Durham/London: Duke University Press, 2010. ESCOBAR, Arturo. Globalizacion, Desarollo y Modernidad. In: COPORACIÓN REGIÓN. Planeación, Participación y Desarollo. Medellín: Corporacioón Región, 2002. p. 9-32. Disponível em: http://www.oei.es/salactsi/escobar.htm5 Aula 7 – As relações sociedade-natureza como um fenômeno de longa duração MAZOYER, M.; ROUDART, L. História das agriculturas no mundo: do neolítico à crise contemporânea. São Paulo: Ed. UNESP; Brasília-DF: NEAD, 2010. WORSTER, Donald. Transformações da terra: para uma perspectiva agroecológica da história. Ambiente e Sociedade, v. 5, no 2, ago./dez. 2002 – v. 6, no 1, jan.-jul. 2003, p. 23-44. - Escolher um dos textos abaixo: ANDERSON, A. B.; POSEY, Darell A. Manejo do cerrado pelos índios Kayapó. Botânica – Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi, v. 2, n. 1, 1985. p. 77-98. EMPERAIRE, L. et al. Dinámica y manejo de la diversidade de las variedades de yuca del noroccidente amazónico (Brasil). Etnoecológica, v. 5, n. 7, p. 38-59. Leituras complementares: SCOTT, James C. Seeing like a state: how certain schemes to improve the human condition have failed. New Haven and London: Yale University Press, 1998. Chapter 1: Nature and spece. p 11-52. ELLIS, E. C. Ecology in an anthropogenic biosphere. Ecological Monographs, n. 85, 2015, p. 287- 33. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1890/14-2274.1. Acesso em: 01/08/2015. MÓDULO 3: REVISITANDO A REVOLUÇÃO VERDE Aula 8 – A Revolução Verde como construção histórica Leituras obrigatórias GOODMAN, David; SORJ, Bernardo e WILKINSON, John. Da lavoura às biotecnologias: agricultura e indústria no sistema internacional. Rio de Janeiro: Campus, 1990. Capítulos 1 e 2. HOWARD, Sir Albert. Um testamento agrícola. São Paulo: Expressão Popular, 2007. Capítulo 1 (Introdução: p. 25-49) e Capítulo 13 (Uma crítica ao atual sistema de pesquisa agrícola: p. 269-291) Leituras complementares: GOODMAN, David; REDCLIFT, Michael. Refashioning nature: food, ecology and culture. London and New York: Routledge, 1991. BORLAUG, Norman. The Green Revolution revisited and the road ahead. Special 30th Anniversary Lecture, The Norwegian Nobel Institute, Oslo, September 8, 2000. Disponível em: http://sciencepolicy.colorado.edu/about_us/meet_us/roger_pielke/envs5100/docs/borlaug_lecture.pdf. Acesso em: 28 de fevereiro de 2010. 22 p. REGIDOR, Jesus G. Innovacion tecnológica em la agricultura y acumulacion de capital: um analisis critico de la Revolucion Verde. Revista de Estudios Agro-sociales, n. 142, oct-dic 1987. p. 7-30. SHIVA, Vandana. Monoculturas da mente. In: _______. Monoculturas da mente: perspectivas da biodiversidade e da biotecnologia. Sâo Paulo: Editora Gaia, 2003. p. 21-83. 6 Aula 9 – A Revolução Verde e a economia política dos recursos genéticos Leitura obrigatória (escolher uma das duas leituras abaixo) a) KLOPPENBURG JR., J. R. First the seed: the political economy of plant biotechnology. Wisconsin-USA: The University of Wisconsin Press. Capítulo 3 (The genetic foundation of American Agriculture); Capítulo 4 (Public science ascendant: plant breeding comes to age); Capítulo 5 (Heterosis and the social division of labor). p. 51-129. b) PERKINS, J. H. Geopolitics and the Green Revolution: wheat, genes and the cold war. New York/Oxford: Oxford University Press, 1997. Leituras complementares: CERVANTES, Silvia R. El despojo de la riqueza biológica: de patrimônio de la humanidade a recurso bajo la soberania del Estado. México: Editorial Itaca, 2012. GOODMAN, David; REDCLIFT, Michael. Refashioning nature: food, ecology and culture. London and New York: Routledge, 1991. Aula 10 - O processo de modernização e as interfaces entre sistemas de conhecimento Leituras obrigatórias a) Ler os dois textos abaixo: LONG, N. Activities, actants and actors: theoretical perspective on development practice and practitioners. In: MILONE, P.; VENTURA, F.; YE, J. Constructing a new framework for rural development. Bingley-UK: Emerald, 2015. CASTRO-GÓMEZ, Santiago. Ciencias socials, violencia epistémica y el problema de la “invención del outro”. IN: LANDER, Edgardo. La colonialidad del saber: eurocentrismo y ciências sociales. Perspectivas latinoamericanas. Buenos Aires: CLACSO, 2000. p. 145-162. b) Escolher um dos dois textos abaixo: ARCE, Alberto; LONG, Norman. The dynamics of knowledge. Interfaces between bureaucrats and peasants. IN: LONG, N. and LONG, Ann. Battlefields of knowledge: the interlocking of theory and practice in social research and development. London: Routledge, 1992. p. 211-246. CROLL, Elisabeth. The negotiation of knowledge and ignorance in China’s development strategy. IN: HOBART, Mark. An anthropological critique of development: the growth of ignorance. Oxon: Routledge, 1993. p. 161-178. Leituras complementares: LONG, N.; PLOEG, J. D. van der. Demythologizing planned intervention: an actor perspective. Sociologia 7 Ruralis, v. 29, n. 3-4, dec. 1989, p. 226-249. MIGNOLO, Walter D. Desobediência epistêmica: a opção descolonial e o significado de identidade em política. Cadernos de Letras da UFF – Dossiê: Literatura, língua e identidade, n. 34, 2008, p. 287-324. Aula 11– A Revolução Verde e seus desdobramentos políticos e sóciotécnicos Leituras obrigatórias: a) Escolher um dos dois títulos abaixo ALBERGONI, L. e PELAEZ, V. Da Revolução Verde à agrobiotecnologia: ruptura ou continuidade de paradigmas? Revista de Economia, v. 33, n. 1, jan. – jun. 2007, p. 31-53. PATEL, Raj. The long Green Revolution. Journal of Peasant Studies, 2012, p. 1-63. Estudos de caso: os desdobramentos da Revolução Verde no Brasil, Estados Unidos, na antiga URSS e na África. Aula 12 – A engenharia genética aplicada à agricultura: um novo regime de produção e regulação do conhecimento? Leituras obrigatórias a) Todos devem ler: BONNEUIL, C. et al. Outra forma de inovar? A pesquisa ante o surgimento e um novo regime de produção e regulamentação do conhecimento em genética vegetal. In: ZANONI, M.; FERMENT, G. Transgênicos para quem? Agricultura, ciência, sociedade. Brasília: MDA, 2011. p.172-224. b) Escolher uma dos textos abaixo: BENBROOK, Charles M. Impacts of genetically engineered crops on pesticide use in the US – the first sixteen years. Environmental Sciences Europe, 2012, v. 24, n. 24, p. 1-13. CAMPANHA BRASIL ECOLÓGICO LIVRE DE TRANSGÊNICOS. Transgênicos no Brasil: o quadro acelerado de liberação de OGMs no Brasil, o controle da cadeia agroalimentar e a sistemática violação ao princípio de precaução. Rio de Janeiro: Heinrich Böll Stiftung, 2011. DIBDEN, J.; GIBBS, D.; COCKLIN, C. Framing GM crops as a food security solution. Journal of Rural Studies, n. 29, 2013, p. 59-70. Leituras complementares: GUIVANT, Julia. Reflexividade na sociedade de risco: conflitos entre leigos e peritos sobre os agrotóxicos. IN: HERCULANO, Selene (org.) Qualidade de vida e riscos ambientais. Niteroi: Editora da UFF, 2000. P. 281-303. LACEY, Hugh. Crescimento econômico, meio-ambiente e sustentabilidade social: a responsabilidade dos cientistas e a questão dos transgênicos. In: DUPAS, G. (ed.). Tensões entre meio ambiente e crescimento 8 econômico. São Paulo: Editora UNESP, 2008. P. 91-130. SMITH, J. M. Roleta genética: riscos documentados dos alimentos transgênicos sobre a saúde. São Paulo: João de Barro Editora, 2009. ZANONI, M.; FERMENT, G. Transgênicos para quem? Agricultura, ciência, sociedade. Brasília: MDA, 2011. (os demais artigos do livro) Aula 13 - Transições sociotécnicas na agricultura: rumo a uma agricultura sustentável? Leituras obrigatórias a) Escolher um dos dois títulos abaixo: GEELS, F. W. and SCHOT, Johan. Typology of sociotechnical transition pathways. Research Policy, n. 36, 2007, p. 399-417. (versão digital) VANLOQUEREN, G.; BARET, P. V. How agricultural research systems shape a technological regime that develop genetic engineering but locks out agroecological innovation. Research Policy, n. 38, 2009. p. 971-983. b) Leitura obrigatória: SHOVE. E.; WALKER, E. Governing transitions in the sustainability of everyday life. Research Policy, n. 39, 2010, p. 471-476. Leituras complementares: BRUNORI, Gianluca et al. Towards a conceptual framework for agricultural and rural innovation policies. WP1: Review of relevant conceptual frameworks and theoretical underpinnings. BUTTEL, F. H. Transiciones agroecológicas en el siglo XX: análisis preliminar. Agricultura y Sociedad, n. 76, Mar. 1995. p. 9-37. CHARÃO, Flávia. Nicho e novidade: nuanças de uma possível radicalização inovadora na agricultura. IN: SCHNEIDER, S. e GAZOLLA, Marcio. Os atores do desenvolvimento rural: perspectivas teóricas e práticas sociais. Porto Alegre: Editora UFRGS, 2011. P. 189-204. PLOEG, J. D. van der.On regimes, novelties, niches and co-production. IN: WISKERKE, J. S. C. and PLOEG. J. D. van der. Seeds of transition: essays on novelty production, niches and regimes in agriculture. Assen: The Netherlands, Royal Van Gorcun, 2004. p. 1-27. Aula 15 – Transição agroecológica: processos locais e políticas de escala Estudo de casos: Brasil e Cuba Leituras para preparação dos estudos de caso Cuba 9 GUEVARA, Maria de los A. A. Cuba: la crisis de los noventa y el tránsito un nuevo modelo tecnológico en la agricultura. Desenvolvimento e Meio Ambiente, n. 14, jul-dez 2006, 23-31. ROSSET, P. 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Mercados e reprodução social: um estudo comparative entre agricultores ecologistas e não-ecologistas de Ipê-RS. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural, Porto Alegre, 2007. PERES-CASSARINO, Julian. A construção social de mecanismos alternativos de mercado no âmbito da Rede Ecovida. Tese de Doutorado. Universidade Federal do Paraná, Programa de Pós Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento, Curitiba, 2012. PINHEIRO, Patrícia. Saberes, plantas e caldas: a rede sociotecnica de produção agrícola de base ecológica no Sul do Rio Grande do Sul. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural, Porto Alegre, 2010. RADOMSKY, Gulherme F. W. Certificação participativa e regimes de propriedade intelectual. Tese de Doutorado. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, Porto Alegre, 2010. SAUER, S. e BALESTRO, Moisés V. (org) Agroecologia e os desafios da transição agroecológica. São Paulo: Expressão Popular, 2009. SCHMITT, Claudia J. Tecendo as redes de uma nova agricultura: um estudo socioambiental da Região Serrana. Tese de Doutorado. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Sociologia, Porto Alegre, 2001. SILIPRANDI, Emma. Mulheres e agroecologia: a construção de novos sujeitos políticos na agricultura familiar. Tese de Doutorado. Universidade de Brasília, Centro de Desenvolvimento Sustentável, Cusro de doutorado em Desenvolvimento Sustentável, Brasília-DF, 2009. SILVA, Roberto M. A. da. Entre o combate à seca e a convivência com o Semi-árido: transições paradigmáticas e sustentabilidade do desenvolvimento. Tese de Doutorado. Centro de Desenvolvimento Sustentável, Brasília, 2006. 10 Aula 16 - Sustentabilidade e agricultura: a luta pelas classificações Leitura obrigatória BOURDIEU, P. Sur l’État. Cours au College de France 1989-1992. Aprofundando conceituações (bibliografia a ser disponibilizada posteriormente) Intensificação sustentável da agricultura Intensificação Ecológica da Agricultura Agricultura Climaticamente Inteligente Agroecologia

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