Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Seropédica, 23 de Setembro de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: MÓDULO
Unidade Responsável: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRICULTURA ORGÂNICA/IA (12.28.01.00.00.00.36)
Código: TEAO - 020
Nome: POLÍTICA DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL (SAN)
Carga Horária Teórica: 15 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária de Ead: 0 h.
Carga Horária Total: 15 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Sim
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Sim
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Permite Múltiplas Aprovações: Não
Quantidade de Avaliações: 1
Ementa/Descrição: EMENTA Indicadores do desenvolvimento humano. Sistema Único de Saúde. Situação alimentar e seus reflexos na Segurança Alimentar. Políticas públicas na área de alimentação. Segurança alimentar. Segurança alimentar e a intersetorialidade. OBJETIVOS • Objetivo geral: Contextualizar o papel da segurança alimentar e nutricional, em especial sobre a saúde e as políticas públicas. • Objetivos específicos: Redimensionar o conhecimento das políticas na área de alimentação, com ênfase na segurança alimentar e nutricional no contexto intersetorial, oportunizar nova visibilidade sobre as ações e estratégias de intervenção dos vários agentes sociais, visando à promoção da segurança alimentar. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. INDICADORES DO DESENVOLVIMENTO HUMANO - IDH 2. SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE – SUS 2.1 Lei Orgânica da Saúde 3.SITUAÇÃO ALIMENTAR E SEUS REFLEXOS NA SEGURANÇA ALIMENTAR 3.1 Situação mundial da alimentação: aspectos gerais 3.2 Guia Alimentar para a População Brasileira 3.3 Indicadores e a situação de (in)segurança alimentar no Brasil 4 . POLÍTICAS PÚBLICAS NA ÁREA DE ALIMENTAÇÃO 4.1. Ações de órgãos governamentais 5. SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL 5.1 Evolução do conceito de segurança alimentar 5.2 Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional – LOSAN 6. SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL E A INTERSETORIALIDADE 6.1 Estratégias de abastecimento e segurança alimentar 6.2 A questão da segurança alimentar e a intersetorialidade em políticas públicas 6.3 Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional
Referências: BIBLIOGRAFIAS 1. AZEREDO, D. R. P. (Org.). Inocuidade dos Alimentos. 1ed.São Paulo: Atheneu, 2017. 368p. 2. BRASIL. Decreto Lei n. 7272, de 25 de agosto de 2010. Regulamenta a Lei n. 11.346, de 15 de setembro de 2006, que cria o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - SISAN . Diário Oficial da União. Brasília, DF, 26 ago. 2010. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/decreto/d7272.htm Acesso em: 05 de março de 2015. 3. BRASIL. Ministério da Saúde. Posicionamento do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva Acerca dos Agrotóxicos. http://www1.inca.gov.br/inca/Arquivos/comunicacao/posicionamento_do_inca_sobre_os_agrotoxicos_06_abr_15.pdf Disponível em: 08 de abril de 2015. 4. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia alimentar para a população brasileira / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – 2. ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 156 p. 5. BURLANDY, L. A construção da política de segurança alimentar e nutricional no Brasil: estratégias e desafios para a promoção da intersetorialidade no âmbito federal de governo. Ciência e Saúde Coletiva, v. 14, n. 3, p. 851-860, 2009. 6. CONSELHO NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL- CONSEA. Disponível em: <http://www.planalto.gov. br/consea/exec/index.cfm>. Acesso em: 23 de fevereiro de 2011. 7. MALUF R S, MENEZES F. Caderno Segurança Alimentar. Disponível em: http://ag20.cnptia.embrapa.br/Repositorio/seguranca+alimentar_000gvxlxe0q02wx7ha0g934vgwlj72d2.pdf Acesso em: 14 ago. 2012. 8. MARINS,.B.R, (Org.) Segurança alimentar no contexto da vigilância sanitária: reflexoes e praticas. Rio de Janeiro. EPSJV, 2014, 288p. 9. ROCHA, C.; BURLANDY, L.; MAGALHAES. Segurança alimentar e nutricional: perspectivas, aprendizados e desafios para as políticas públicas. Ed. Fiocruz, 2013, 225p. 10. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE. Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008/2009, 2010. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=1648&id_pagina=1>. Acesso em: 09 de julho de 2010. 11. KUROZAWA, L. E.; COSTA, S. R.R. C. (Org.). Tendências e Inovações em Ciência, Tecbanologia e Engenharia de Alimentos. São Paulo: Atheneu, 2014. 299p. 12. LEITE, D. B. G.; FRASSON, A.C. (Org.). Desafios da ciência e tecnologia de alimentos. 1ed.Curitiba: Atena, 2017. 194p. 13. MAGALHÃES R. Avaliação de políticas e iniciativas públicas de segurança alimentar e nutricional: dilemas e perspectivas metodológicas. Ciência e Saúde Coletiva, v. 19, n. 5, p. 1339-1346, 2014. 14. MONNERAT, G.L. ; SOUZA, R. G. Política social e a intersetorialidade: consensos teóricos e desafios práticos. SER Social, Brasília, v. 12, n. 26, p. 200-220, 2009. 15. NASCIMENTO, S. Reflexões sobre a intersetorialidade entre as políticas públicas. Serv. Soc. Soc., São Paulo, n. 101, p. 95-120, 2010. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/sssoc/n101/06.pdf Acesso em: 03 de março de 2015. 16. SILVA, J. G.; TAVARES, T. Segurança alimentar e a alta dos preços dos alimentos: oportunidades e desafios. Segurança Alimentar e Nutricional, Campinas, v. 15, n. 1, p. 62-75, 2008. 17. TABAI, K. C. Segurança Alimentar e a Intersetorialidade. In: Azeredo, D. P. Org. Inocuidade dos Alimentos. Volume 1. São Paulo. Editora Atheneu. p. 19 - 30, 2017. 18. TABAI, K. C Politicas de seguranca alimentar e saude publica. In: Sartorio, L.A.V. Org. Sustentabilidade: qualidade de vida, economia solidaria e educacao. Editora Entorno. Nova Iguacu, p. 137-156, 2018.

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