| Ementa/Descrição: |
Em tempos de debates sobre a reforma trabalhista, torna-se viável uma reflexão acerca do papel do Estado nas relações de trabalho no Brasil. Das primeiras formas de produção na então América Portuguesa, como o regime adotado nas plantations, até a adoção da Consolidação das Leis do Trabalho, o Estado de alguma forma esteve presente nas relações de trabalho ou na viabilização de investimentos para a produção. A idéia é acompanhar os principais momentos em que o Estado participou na regulamentação das relações trabalho no Brasil, desde a sua presença praticamente despercebida na economia até a adoção de políticas nacionais que garantiram os direitos trabalhistas na década de 1940. Certamente, outros elementos participarão deste balanço, tais como o discurso jesuítico, os projetos que promoveram o emprego da mão-de-obra pela condição social (homens livres, escravos africanos, afro-descendentes e indígenas) e pela origem do trabalhador (africanos, europeus e nacionais), assim como os movimentos de reivindicação operários. |