| Ementa/Descrição: |
No quadro do debate crítico do(s) Orientalismo(s), a disciplina propõe uma reflexão
acerca da construção de conhecimento europeu sobre a Ásia a partir do século XVI.
Prioriza-se a produção de sistemas de saberes de alteridades asiáticas em dimensões
imperiais na época moderna. Privilegia-se, por um lado, o que se pode designar de
orientalismo português, no enquadramento administrativo sobre os novos espaços e os
respectivos processos de evangelização (séculos XVI, XVII). E, por outro, apresenta-se uma análise do orientalismo inglês no âmbito da fundação da Sociedade Asiática de Bengala e da literatura de viagens (final do século XVIII, primeira década do oitocentos). |
| Referências: |
CURTO, Diogo Ramada. Cultura escrita: séculos XV a XVII. Lisboa: ICS, 2007.
Capítulo 4, Orientalistas e cronistas de Quinhentos.
GONÇALVES, Margareth de Almeida. Livros de viagem do Oitocentos e a fabricação
do Oriente: a Índia e a escrita em Maria Graham. Topoi, v. 12, n. 22, jan.-jun. 2011, p.
96-117.
NICHOLSON, Andrew J. Orientalismo, interpretação, e o estudo da filosofia indiana
no ocidente. Revista Guillermo de Ockham. Vol. 14, No. 1. Enero - junio de 2016.
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THOMAZ, Luis Filipe F. R., (1996), Estudos Árabo-Islâmicos e Orientais em
Portugal. In Povos e Culturas. Portugal e o Oriente: Passado e Presente.
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XAVIER, Ângela Barretto. O orientalismo católico. Rotinas do saber
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Berlim, Deutsches Historisches Museum, 2006.
XAVIER, Ângela Barretto; NOGUEIRA DA SILVA, Cristina (2016) Construção da
alteridade no império português: temas e problemas. In XAVIER, Ângela Barreto;
NOGUEIRA DA SILVA, Cristina (org.) O governo dos outros: poder e
diferença no império português. Lisboa: Instituto de Ciências Sociais, p. 21- ‑63.. |