Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Seropédica, 05 de Abril de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: MÓDULO
Unidade Responsável: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS EM DESENVOLVIMENTO, AGRICULTURA E SOCIEDADE/ICHS (12.28.01.00.00.00.80)
Código: IH-1541.8
Nome: TÓPICO ESPECIAL EM ESTUDOS DE CULTURA E MUNDO RURAL: GÊNERO E MUNDO RURAL
Carga Horária Teórica: 60 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária de Ead: 0 h.
Carga Horária Total: 60 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Sim
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Sim
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Permite Múltiplas Aprovações: Não
Quantidade de Avaliações: 1
Ementa/Descrição: A atenção aos fenômenos relacionados ao gênero no mundo rural consagrou uma agenda de pesquisa importante nas ciências sociais realizada em diferentes contextos (com particular destaque para a produção em terras brasileiras). Essas perspectivas apresentam a família como núcleo organizador dos processos produtivos e ao mesmo tempo como lugar de referência para a vida coletiva. Para além dos cruzamentos entre terra, família e parentesco, abordaremos questões atentas às intersecções do gênero com a política e o Estado, principalmente no que compete às mobilizações dos movimentos sociais do campo e apropriação de políticas públicas direcionadas ao trabalho de homens e mulheres (visto em suas diversas práticas produtivas), bem como às políticas mais específicas da gestão e redistribuição da propriedade da terra. A proposta da disciplina está atenta a essa tradição de estudos ao se interessar por temas fundamentais presentes nessas pesquisas. Mais especificamente, queremos conhecer e discutir estudos interessados em analisar como os princípios de gênero constituem e são constituídos por diversas práticas, agências e políticas vivenciadas pelas mulheres e homens do campo. Um dos objetivos é apreender como esses estudos elaboram chaves analíticas, destacam experiências, apreendem e correlacionam sentidos e significados aos acontecimentos observados em diversos contextos. (09/08) - Apresentação da disciplina 16/08 - Oficina Gênero e Mundo Rural (Um dia de atividade com 3 mesas; participação de professoras convidadas externas e de represenantes de coletivos sociais)
Referências: Introdução Aula 1 (23/08) - Conceitos de gênero, feminismos e interseccionalidades (I) (Profas: Elisa, Rodica, Grazi) SCOTT, Joan. “Gênero: uma categoria útil de análise histórica.” Revista Educação e Realidade, n. 2, vol. 20, Porto Alegre: UFRGS, 1995. STOLCKE, Verena. Es él sexo para el género como la raza para la etnicidad? Cuadernos para el debate, n. 6, 1999. HILL COLLINS, Patricia. “Em direção a uma nova visão: classe, raça e gênero como categorias de análise e conexão”. In: MORENO, Renata. Reflexões e práticas de transformação feminista. São Paulo: SOF, 2015, p. 13-42. HOOKS, Bell. “Women at work” e “Race and gender”. In Feminism is for everybody: passionate politics. London: Pluto Press. 2000. Ou edição em português: O Feminismo é Para Todo Mundo. R.J. Ed. Rosa dos Tempos, 2019. (caps. 9 e 10) DEERE, Carmen Diana. What difference does gender make? Rethinking Peasant Studies. Feminist Economics 1(1), 1995, 53-72 Aula 2 (30/08) - Conceitos de gênero, feminismos e interseccionalidades (II) (Profas. Elisa e Dibe) MOHANTY, Chandra. “De vuelta a ‘Bajo los ojos de Occidente’: la solidaridad feminista a través de las luchas anticapitalistas”, en Liliana Suárez Navas y Rosalía Aída Hernandez (eds.). Descolonizando el feminismo. Teorías y prácticas desde los márgenes. Madrid: Ediciones Cátedra. 2008. ABU-LUGHOD, Lila. “Feminism longings and Postcolonial conditions” In Remaking women: Feminism and Modernity in the Middle East. Lila AbuLughod (editora). Princeton: Princeton University Press. 1998. FRASER, Nancy. 2009. O feminismo, o capitalismo e a astúcia da história. Mediações, Londrina, v. 14, n. 2, pp. 11-33. CARBY, Hazel V. “White woman, listen! Black feminism and the boundaries of sisterhood”. In: MIRZA, Heido Safia. Black British Feminism: A reader. Routledge: London and New York,1997, p. 45-53. CARRASCO, Cristina. “La economia feminista: una apuesta por otra economia.” En: VARA, María Jesús, Escritos sobre género y economía. Madrid: Akal, 2006. Família Aula 3 (06/09) - Organização social e econômica (Profas. Grazi e Ana Carneiro) WOORTMANN, Ellen; WOORTMANN, Klaas. A etnografia do processo de trabalho. Em: E. Woortmann e K. Woortman. O trabalho da terra: a lógica e a simbólica da lavoura camponesa. Brasília: Editora da UnB, 1997. PAULILO, M. I. A mulher e a terra no Brejo Paraibano. In M.I. Paulilo. Mulheres Rurais: quatro décadas de diálogo. Florianópolis, Ed. da UFSC. 2016 [1981].(cópia impressa) NASCIMENTO, Silvana. Homem com homem, mulher com mulher: paródias sertanejas no interior de Goiás. Em: Cadernos Pagu, 39, jul-dez, pp. 367-402; 2012. Aula 4 (13/09) - Casa-cozinha, corpo e socialidade (Profas. Grazi e Ana Carneiro) MOTTA-MAUES, Maria Angélica. Cap. VIII: O ciclo biológico da mulher: menstruação e menopausa. Cap. IX: A mulher como fonte de perigo e de desordem. Em: __________Trabalhadeiras e Camarados: relações de gênero, ritualizações e simbolismo numa comunidade amazônica. Belém: Editora da UFPA. 1993. (cópia impressa) ALVES, Yara C. A cozinha como lugar político: aquecendo corpos e relações. Em: ________________. Família, movimento e casa entre os moradores de Pinheiro-MG. Dissertação de Mestrado. São Paulo: USP. 2016 CARNEIRO, Ana.. "Mulher é trem ruim": a "cozinha" e o "sistema" em um povoado norte-mineiro. Revista de Estudos Feministas, Florianópolis, 25 (2): 562, mai-ago, pp. 707-731. 2017 Aula 5 (20/09) - Conjugalidade (Profas. Elisa e Dibe) WOORTMANN, ELLEN; WOORTMANN, Klaas. Amor e celibato no universo camponês. Textos Nepo, n. 17. 1990. SEGALEN, Martine. Mari et femme dans la société paysanne. Paris: Flamarion. 1990. WOORTMANN, Ellen; WOORTMANN, Klaas. Fuga à três vozes. Anuário Antropológico. Brasília: Ed. UnB. 1991. DAINESE, Graziele. 2017. Os casos e o gênero: acontecimentos da moralidade camponesa. Revista de Estudos Feministas, Florianópolis, 25 (2):562, mai-ago, pp. 733-755. CASTRO, Elisa Guaraná. 2013. Liberdade Vigiada, mecanismos de controle, autoridade paterna, submissão e transgressão. Em ____________. Entre Ficar e Sair : uma etnografia da construção social da categoria jovem rural. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2013. (cap. 7 pp. 283 - 328. Aula 6 (27/09)- Herança e acesso à terra (Profas.Grazi e Maria José) CARNEIRO, Maria José. Herança e gênero entre agricultores familiares. Revista de Estudos Feministas, 55, n.1. 2001 SEYFERTH, Giralda. 1985. Herança e Estrutura Familiar Camponesa. Boletim do Museu Nacional. Série Antropologia, 52, 1985. MOURA, Margarida M. Os Herdeiros da Terra: Parentesco e Herança numa Área Rural. São Paulo: Hucitec, 1978. WOORTMANN, Ellen. Da complementaridade à dependência: a mulher e o ambiente em comunidades pesqueiras do Nordeste. Serie Antropologia. Brasília: Editora da UnB, 1991. Relações de trabalho Aula 7 (04/10) - Ajuda/ Visibilidade e Invisibilidade do trabalho feminino (Porfas. Maria José e Grazi) PAULILO, M. I. O peso do trabalho leve. Revista Ciência Hoje, n. 28. 1987. CARNEIRO, Maria José. Trabalho, "ajuda" e disputas: uma etnografia das confecções de lingerie em domicílios rurais. Revista de Estudos de Sociologia, São Paulo, v. 20, 2006 MORAES, Maria Aparecida de. Camponesas, fiandeiras, tecelãs, oleiras. Em: NEVES, Delma, MEDEIROS, Leonilde (orgs.). Mulheres camponesas: trabalho produtivo e engajamentos políticos. Niterói: Alternativa, pp. 163-183., 2013 DAINESE, Graziele. Trabalhos, ajudas e gênero: as experiências das mulheres da Terceira Margem-Minas Gerais/Brasil. Em: PALERMO, Hernán; CAPOGROSSI, Lorena (orgs.). Tratado latinomamericano de antropología del trabajo. No prelo. MAGALHÃES, R.S. A Masculinização da Produção do Leite. RESR. Piracicaba, SP, vol. 47, nº 01, p. 275-300, jan/mar. 2009 Aula 8 (11/10) - Quintal, agroecologia e práticas de conhecimento (Profas. Rodica e Maria José) Filme sementes - Beto Novais Siliprandi, Emma. “Os significados da Sustentabilidade para as Mulheres.” In: Mulheres e Agroecologia: Transformando o campo, as florestas e as pessoas. Editora UFRJ, 2016. WEITZMAN, Rodica. Tecendo Deslocamentos: Relações de gênero, Práticas Produtivas e Organizativas entre Trabalhadoras Rurais.” Tese de Doutorado, PPGAS/MN, 2016. Capítulos 5 & 6. PACHECO, Maria Emilia. “Sistemas de Produção: Uma perspectiva de gênero.” Revista Proposta, ano 25, n. 71, Rio de Janeiro: FASE, 1997. BAHIA, Joana D'Arc do Valle. 2006. O tiro da bruxa: o olhar mágico das pomeranas sobre o seu cotidiano camponês. Em: WOORTMANN, E.; HEREDIA, B.; MENASCHE, Renata. (orgs). Coletânea Margarida Alves. Estudos Rurais e Gênero 1. Brasília: MDA. LEWITZKI, Taísa. A vida das benzedeiras: caminhos e movimentos. Dissertação (Mestrado em Antropologia). Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2019 (capítulos a definir). Aula 9 (18/10) - Trabalho e renda para além da roça (Rodica, Dibe e Maria José) FREIRE, Samara. “Aleeegreeem-se!!: sabores negros, paladares brancos”. In: RANGEL, Everton, FERNANDES, Camila, LIMA, Fátima (Orgs). (Des)Prazer da norma. Rio de Janeiro: Papéis Selvagens, 2018, p. 115-139. FRÓES, Lívia. "Introdução. Cap. 1. Cap.3." Em: _____________. Todo mundo pela família: Gestão feminina e vida familiar diante do assalariamento sazonal dos homens. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal Fluminense, Programa de Pós-Graduação em Antropologia. Niterói, Pp. 11-19; 20-49; 71-104. 2012 CARRASCO, Cristina. La economía feminista. Un recorrido a través del concepto de reproducción. Revista Vasca de Economía, número 91: 1, pp. 50-75, 2017 Territorialidades e conflitos Aula 10 (25/10) (Profas. Dibe e Rodica) ANTUNES, Marta. 2006. “As guardiãs da floresta e o tortuoso caminho do empoderamento”. In: WOORTMANN, Ellen et alli (orgs). Margarida Alves: Coletânea sobre estudos rurais e de gênero. Brasília: MDA, IICA. AYOUB, Dibe. 2018. Land as Home: Women, Life and Violence in Land Conflicts. Vibrant, v. 15, n.3, p. 1-19. MONTEIRO, Paula Balduíno. Mariscagem e matronagem no Pacífico negro colombo-equatoriano. Paper apresentado no Seminário Casa, Corpo e Políticas da Terra. Universidade de Brasília, Departamento de Antropologia. Brasília, Dezembro de 2018. Politica e movimentos sociais Aula 11 (01/11) - Auto-organização/ afirmação de identidades/ estratégias de ação política (Profas. Elisa, Rodica, Grazi) MAHMOOD, Saba. 2005. Politics of piety: the Islamic revival and the feminist subject. New Jersey: Princeton University Press. PAULILO, Maria Ignez. 2009. Movimentos das mulheres agricultoras e os muitos sentidos da 'igualdade de gênero'. Em: FERNANDES, B.; MEDEIROS, L.; PAULILO, M. I. (orgs). Lutas camponesas contemporâneas: condições, dilemas e conquistas: a diversidade das formas das lutas no campo. São Paulo: EdUNESP, Brasília: NEAD. AGUIAR, Vilenia Venancio Porto. Somos todas Margaridas: um estudo sobre o processo de constituição das mulheres do campo e da floresta como sujeito politico. Tese de Doutorado, Universidade Estadual de Campinas. Campinas, São Paulo, 2015. NOBRE, Miriame FARIA, Nalu. Feminismo em movimento: temas e processos organizativos da Marcha Mundial das Mulheres no Fórum Social Mundial.Rev. Estud. Fem., jul./dez. 2003, vol.11, no.2, p.623-632. ISSN 0104-026X. Aula 12 (08/11) Relação dos movimentos de mulheres e organizações feministas e movimentos mistos (sindicalismo/ movimento agroecológico) (Profas. Elisa, Rodica, Dibe) WEITZMAN, Rodica. “Tecendo Deslocamentos: Relações de gênero, Práticas Produtivas e Organizativas entre Trabalhadoras Rurais.” Tese de Doutorado, PPGAS/MN, 2016. Capítulos 8 & 9. CAPPELIN, Paola Giulani. “Trabalhadoras rurais e aspirações feministas: um diálogo em curso.” In: SILVA, Eliane Moura et al. Camuflagem e transparência: as mulheres no sindicalismo. Comissão Nacional sobre a Questão da Mulher Trabalhadora. São Paulo: CUT, pp. 17-20,1990. -SILIPRANDI, Emma.Mulheres e Agroecologia: a construção de novos sujeitos políticos na agricultura familiar, Tese de doutorado, Universidade de Brasília. Brasília, Centro de Desenvolvimento Sustentável, 2009. Cap. 3: “As mulheres no movimento Agroecológico Brasileiro.” SALVARO, Giovana; Lago, Mara; Wolf, Cristina. "Mulheres Agricultoras"e "Mulheres Camponesas": Lutas de gênero, identidades políticas e subjetividades. Psicologia e Sociedade, 25(1): 79-89, 2013. CASTRO, Elisa Guarana, MARTINS, Maíra, ALMEIDA, Salomé L.F., RODRIGUES, Maria Emília B., CARVALHO, Joyce Gomes. O Peso das Subalternidades. Antigas e novas questões: gênero e diversidade sexual. Em _____________. Os Jovens estão indo embora? - juventude rural e a construção de um ator político. Rio de Janeiro: Edur/NEAD/Mauad X, 2009. Políticas públicas, desenvolvimento e gênero Aula 13 (22/11) - Concepções de desenvolvimento x gênero/ mulher (abordagens) (Profas. Rodica, Maria José) Godoi, Emilia; Aguiar, Vilênia. Mulheres e territórios vividos em contextos rurais: um olhar sobre a política de desenvolvimento territorial. Cadernos Pagu (52). 2018 Scott, Russell Parry & Marion Quadros. ”Desenvolvimento, Poder, gênero e feminismo.” Cadernos PAGU (52), 2018. Paulilo, Maria Ignez. “FAO, fome e mulheres rurais” in “Mulheres Rurais: Quatro décadas de diálogo.” Editora UFSC, 2016. (Este texto foi publicado pela DADOS – Revista de Ciências Sociais, Rio de Janeiro, vol. 56, no 2, 2013, pp. 285 a 310). Aula 14 (29/11) - Construção de política pública x papel da mulher; Gestão da política (“politica vivida”) (Profas. Rodica e Maria José) PERUTTI, Daniela. Em cada casa, uma carta: políticas públicas e modos de habitar no quilombo Família Magalhães (GO). Em: CARNEIRO, Ana; DAINESE, Graziele; MENASCHE, Renata. (orgs.) Dossiê Casa, Corporalidade e Gênero. Revista Tessituras, Pelotas: UFPEL, 2018. -FILIPAK,Alexandra. Políticas públicas para mulheres rurais no Brasil (2003-2015): análise a partir da percepção de mulheres rurais e de movimentos sociais mistos, Doutorado em Ciências Sociais, Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Filosofia e Ciências, 2017. Weitzman, Rodica. “Mulheres na Assistência Técnica e Extensão Rural.” In: Políticas de organização produtiva para as mulheres no meio rural. Brasília: Ministério de Desenvolvimento Agrário, 2011. Siliprandi, Emma. Rompendo a inércia institucional: As mulheres rurais e a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. Cap. 9 In: A Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica no Brasil. Orgs. Sambuichi, Moura, et. Al, Brasilia: IPEA, 2017. AULA FINAL (06/12).: Avaliação/ Balanço da disciplina. Avaliação: Produção de um texto refletindo sobre o debate bibliográfico de cada eixo temático que deverá ser entregue ao final de cada um dos eixos. Referências Complementares BRAH, Avtar; PHOENIX, Ann. Ain't a woman? Revisiting Intersectionality. Journal of International Women's Studies, 5 (3), 75-86. 2004. BUTLER, Judith. O parentesco é sempre tido como heterossexual? Cadernos Pagu, 21, 2003, p. 219-260. ____________ Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2016. CINTRÃO, Rosângela; SILIPRANDI, Emma. “As mulheres agricultoras e sua participação no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)”. In: Políticas de organização produtiva para as mulheres no meio rural. Brasília: Ministério de Desenvolvimento Agrário, 2011. OYÈWÚMI, Oyèronké. Family Bonds/Conceptual Binds: african notes on feminist epistemologies. Signs, v. 25, n. 4 (Feminisms at a millenium). 2000. STOLCKE, Verena. 2006. O estigma das interseções: classe, 'raça', sexo, sexualidade. A formação dos impérios transatlânticos do século XVI ao XIX. Revista de Estudos Feministas 14 (1): 336.

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