Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Seropédica, 28 de Junho de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: MÓDULO
Unidade Responsável: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS EM DESENVOLVIMENTO, AGRICULTURA E SOCIEDADE/ICHS (12.28.01.00.00.00.80)
Código: IH-1543.6
Nome: TÓPICO ESPECIAL EM NATUREZA, CIÊNCIA E SABERES: FEMINISMOS
Carga Horária Teórica: 60 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária de Ead: 0 h.
Carga Horária Total: 60 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Sim
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Sim
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Permite Múltiplas Aprovações: Não
Quantidade de Avaliações: 1
Ementa/Descrição: Surgimento do feminismo. As múltiplas faces dos feminismos. Feminismos decoloniais. Feminismos interseccionais. Gênero e Colonialidade. Feminismo Comunitário. Feminismo Popular. Pedagogias feministas e decoloniais na América Latina. Epistemologia e feminismos. Feminismos e luta política.
Referências: CALENDÁRIO DE AULAS E BIBLIOGRAFIA: Aula 1: Apresentação e discussão do programa. UNIDADE 1 DISPUTAS EPISTEMOLÓGICAS Aula 2: Sobre um ponto de partida feminista, seus limites e desdobramentos Nesta aula, trataremos do surgimento do Feminismo – de Simone de Beauvoir a Judith Butler -- e apresentaremos os questionamentos feitos sobre os limites de suas reflexões em relação à ação política do feminismo, a partir de trabalhos de autoras negras. OBRIGATÓRIO RIBEIRO, Djamila. “E eu não sou uma mulher?” Dissertação de Mestrado: Simone De Beauvoir E Judith Butler: Aproximações E Distanciamentos E Os Critérios Da Ação Política. Pós-graduação em Filosofia na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). TRUTH, Soujourner. E eu não sou uma mulher? Em: https://www.geledes.org.br/e-nao-sou-uma-mulher-sojourner-truth/ COMPLEMENTAR BAIRROS, Luiza. Nossos feminismos revisitados. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, ano 3, nº 2, 1995, pp.458-463. CORREA, Mariza “Do feminismo aos estudos de gênero no Brasil: um exemplo pessoal”, Cadernos Pagu, no.16, Campinas, 2001 MACHADO, Lia Z. Feminismo, Academia e Interdisciplinaridade. In COSTA, Albertina; BRUSCHINI, Cristina (org). Uma questão de gênero. São Paulo, Ed. Rosa dos Temmpos/FCC, 1992, p. 24-38. PINTO, Céli. Uma história do feminismo no Brasil. São Paulo. Perseu Abramo 2003. Coleção História do povo brasileiro. P.85-105- O feminismo acadêmico/A virada do milênio SORJ, Bila O Feminismo na encruzilhada da modernidade e pós-modernidade. In COSTA, Albertina; BRUSCHINI, Cristina (org). Uma questão de gênero. São Paulo, Ed. Rosa dos Temmpos/FCC, Aula 3: Crítica Epistemológica Feminista Nesta aula, abordaremos com a ciência moderna tratou do saber produzido por nós mulheres, sobre nós e para nós. Veremos que muito nos foi e ainda é negado ao mesmo tempo em que muito foi e continua sendo por nós questionado, incluindo o próprio “nós”. OBRIGATÓRIO SARDENBERG, Cecilia Maria Bacellar. Da Crítica Feminista à Ciência a uma Ciência Feminista? 2001. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ri/6875/1/Vers%C3%A3o%20FInal%20Da%20Cr%C3%ADtica%20Feminista.pdf SPIVAK, Gayatri. Pode o subalterno falar? Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010. COMPLEMENTAR ALCOFF, Linda. “An epistemology for the next revolution”. Transmodernity: Journal of Peripheral Cultural Production of the Luso-Hispanic World. V. 1, n. 2, 2011, p. 67-78. (tradução: ALCOFF, Linda. Uma epistemologia para a próxima revolução. Revista Sociedade e Estado, vol 31, n. 1, jan/abr., 2016, p.) 129-143. COLLINS, Patricia Hill. Aprendendo com a Outsider Whitin: a significação sociológica do pensamento feminista negro. Revista Sociedade e Estado, vol 31, n. 1, jan/abr 2016, p. 99-126. DAVIS, A. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2016. FRASER, Nancy. Mapeando a imaginação feminista: da redistribuição ao reconhecimento e à representação. 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Aula 5: Crítica Epistemológica Feminista a partir das Epistemologias afro-latino-americanas II OBRIGATÓRIO MIÑOSO, Y. “Fazendo uma genealogia da experiência: o método rumo a uma crítica da colonialidade da razão feminista a partir da experiência histórica da América Latina” IN: HOLLANDA, Heloisa Buarque de, Pensamento feminista hoje: Perspectivas decoloniais, Rio de Janeiro, Bazar do Tempo, 2020. CURIEL, O. “Construindo metodologias feministas a partir do feminismo decolonial” IN: HOLLANDA, Heloisa Buarque de. Pensamento feminista hoje: Perspectivas decoloniais, Rio de Janeiro, Bazar do Tempo, 2020. COMPLEMENTAR ANZALDUA, G. “La consciência de la mestiza/Rumo a uma nova consciência” IN HOLLANDA, Heloisa Buarque de (org.). Pensamento feminista. Conceitos fundamentais. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019. CARDOSO, Cláudia Pons. Por um Feminismo Afrolatinoamericano. Outras falas: feminismos na perspectiva de mulheres negras brasileiras. Salvador: UFBA, 2012. Páginas 134 a 143. 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Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Departamento de História, Rio de Janeiro, 2005. CARDOSO, CLÁUDIA PONS. Amefricanizando o feminismo: o pensamento de Lélia Gonzalez. Revista Estudos Feministas (UFSC. Impresso), v. 22, p. 965-986, 2014. CARNEIRO, S. “Enegrecer o feminismo: a situação da mulher negra na América Latina a partir de uma perspectiva de gênero”. IN HOLLANDA, Heloisa Buarque de (org.). Pensamento feminista. Conceitos fundamentais. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019. GONZALEZ, Lélia. “Racismo e sexismo na cultura brasileira”. Revista Ciências Sociais Hoje, Anpocs, 1984, pp.223-244. Aula 7: Gênero e Colonialidade: Rita Segato e Maria Lugones OBRIGATÓRIO SEGATO, R. “Gênero e colonialidade: em busca de chaves de leitura e de um vocabulário estratégico descolonial”, e-cadernos CES [Online], 18 | 2012, colocado online no dia 01 dezembro 2012. URL : http://journals.openedition.org/eces/1533 ; DOI : 10.4000/eces.1533 LUGONES, Maria. 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Descolonizar o imaginário: debates sobre pós-extrativismo e alternativas ao desenvolvimento. São Paulo: Autonomia Literária e Editora Elefante, 2016. COMPLEMENTAR SAGOT, Montserrat [Coordinadora]. Feminismos, pensamiento crítico y propuestas alternativas en América Latina / Alba. 1a ed . - Ciudad Autónoma de Buenos Aires : CLACSO, 2017 ROJAS, Charo Mina; MOSQUERA, Marilyn Machado; BOTERO, Patricia; ESCOBAR, Arturo. Luchas del buen vivir por las mujeres negras del Alto Cauca. NÓMADAS 43 | octubre de 2015 - Universidad Central – Colombia. Pp. 167-183. FRASER, Nancy. O feminismo, o capitalismo e a astúcia da história. Mediações, Londrina, v. 14, n. 2, p. 11-33, 2009. PHALANE, M. Localizar o gênero no discurso do desenvolvimento. In: HOUNTONDJI, P. (Org.). O Antigo e o Moderno. A produção do saber na África contemporânea. Luanda: Edições Mulemba; Mangualde: Edições Pedago, 2012. Aula 10: Feminismo Popular e Lutas Antissistêmicas OBRIGATÓRIO SILVA, Carmen. 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Mulheres amazônidas: ecofeminismo, mineração e economias populares. Brasília: INESC, 2021. Disponível em: https://www.inesc.org.br/livro-mulheres-amazonidas-ecofeminismo-mineracao-e-economias-populares/ ULLOA, Astrid. Feminismos territoriales en América Latina: defensas de la vida frente a los extractivismos. Nómadas [online]. 2016, n.45. Disponível em: http://www.scielo.org.co/pdf/noma/n45/n45a09.pdf OUTRAS BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES CARNEIRO, S. “Mulheres em movimento”. Revista Estudos Avançados. N. 17. 2003./ IN HOLLANDA, Heloisa Buarque de (org.), Pensamento feminista brasileiro. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019. _________. Escritos de uma vida. São Paulo: Pólen Livros, 2019. _________. A construção do outro como não ser como fundamento do ser. Tese de doutorado. FEUSP. _________. “Epistemicídio”. https://www.geledes.org.br/epistemicidio/ CARNEIRO, Sueli; CURY, Cristiane. O poder feminino no culto dos orixás. Guerreiras de natureza: mulher negra, religiosidade e ambiente. 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