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CALENDÁRIO DE AULAS E BIBLIOGRAFIA:
Aula 1: Apresentação e discussão do programa.
UNIDADE 1 DISPUTAS EPISTEMOLÓGICAS
Aula 2: Sobre um ponto de partida feminista, seus limites e desdobramentos
Nesta aula, trataremos do surgimento do Feminismo de Simone de Beauvoir a Judith Butler -- e apresentaremos os questionamentos feitos sobre os limites de suas reflexões em relação à ação política do feminismo, a partir de trabalhos de autoras negras.
OBRIGATÓRIO
RIBEIRO, Djamila. E eu não sou uma mulher? Dissertação de Mestrado: Simone De Beauvoir E Judith Butler: Aproximações E Distanciamentos E Os Critérios Da Ação Política. Pós-graduação em Filosofia na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).
TRUTH, Soujourner. E eu não sou uma mulher? Em: https://www.geledes.org.br/e-nao-sou-uma-mulher-sojourner-truth/
COMPLEMENTAR
BAIRROS, Luiza. Nossos feminismos revisitados. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, ano 3, nº 2, 1995, pp.458-463.
CORREA, Mariza Do feminismo aos estudos de gênero no Brasil: um exemplo pessoal, Cadernos Pagu, no.16, Campinas, 2001
MACHADO, Lia Z. Feminismo, Academia e Interdisciplinaridade. In COSTA, Albertina; BRUSCHINI, Cristina (org). Uma questão de gênero. São Paulo, Ed. Rosa dos Temmpos/FCC, 1992, p. 24-38.
PINTO, Céli. Uma história do feminismo no Brasil. São Paulo. Perseu Abramo 2003. Coleção História do povo brasileiro. P.85-105- O feminismo acadêmico/A virada do milênio
SORJ, Bila O Feminismo na encruzilhada da modernidade e pós-modernidade. In COSTA, Albertina; BRUSCHINI, Cristina (org). Uma questão de gênero. São Paulo, Ed. Rosa dos Temmpos/FCC,
Aula 3: Crítica Epistemológica Feminista
Nesta aula, abordaremos com a ciência moderna tratou do saber produzido por nós mulheres, sobre nós e para nós. Veremos que muito nos foi e ainda é negado ao mesmo tempo em que muito foi e continua sendo por nós questionado, incluindo o próprio nós.
OBRIGATÓRIO
SARDENBERG, Cecilia Maria Bacellar. Da Crítica Feminista à Ciência a uma Ciência Feminista? 2001. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ri/6875/1/Vers%C3%A3o%20FInal%20Da%20Cr%C3%ADtica%20Feminista.pdf
SPIVAK, Gayatri. Pode o subalterno falar? Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010.
COMPLEMENTAR
ALCOFF, Linda. An epistemology for the next revolution. Transmodernity: Journal of Peripheral Cultural Production of the Luso-Hispanic World. V. 1, n. 2, 2011, p. 67-78. (tradução: ALCOFF, Linda. Uma epistemologia para a próxima revolução. Revista Sociedade e Estado, vol 31, n. 1, jan/abr., 2016, p.) 129-143.
COLLINS, Patricia Hill. Aprendendo com a Outsider Whitin: a significação sociológica do pensamento feminista negro. Revista Sociedade e Estado, vol 31, n. 1, jan/abr 2016, p. 99-126.
DAVIS, A. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2016.
FRASER, Nancy. Mapeando a imaginação feminista: da redistribuição ao reconhecimento e à representação. Revista Estudos Feministas, 15 (2), Florianópolis, UFSC, maio-agosto 2007; pp. 291-308
HARAWAY, Donna. Saberes localizados: a questão da ciência para o feminismo e o privilégio da perspectiva parcial. Cadernos Pagu, Campinas, SP, n. 5, p. 7-41, jan. 2009.
ROWBOTHAM, Sheila. Caro Dr. Marx. Carta de uma feminista socialista. In. Pagú/UNICAMP Cadernos Pagú(32), jan/jun 2009. p. 159-182
WARREN,Karen. Filosofías Ecofeministas. Icaria. Madrid, España, 1996
Aula 4: Crítica Epistemológica Feminista a partir das Epistemologias afro-latino-americanas I
OBRIGATÓRIO
OYEWUMI, OYERONKÉ. A invenção das mulheres. Construindo um sentido africano para os discursos ocidentais de gênero. RJ: Bazar do Tempo, 2021.
COMPLEMENTAR
ADICHIE, CHIMAMANDA NGOZI. Sejamos todos feministas. Tradução Christina Baum. 2014.
CIRNE, Michelle. A produção necessária das intelectuais feministas africanas no campo dos estudos de gênero e a agência do Codesria. In: Revista África(s), v. 04, n. 08, p. 104-114, jul./dez. 2017.
MACEDO, Litiane. Gênero e África: outros olhares, outras perspectivas. Rev. Estud. Fem., Florianópolis , v. 23, n. 2, p. 626-628, Aug. 2015 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-026X2015000200626&lng=en&nrm=iso>. access on 07 May 2021.
OYEWUMI, OYERONKÉ. Laços familiares/ligações conceituais: notas africanas sobre Epistemologias feministas. Family bonds/Conceptual Binds: African notes on Feminist Epistemologies. Signs, Vol. 25, No. 4, Feminisms at a Millennium (Summer, 2000), pp. 1093-1098.
OYĚWÙMÍ, Oyèrónké. Gender epistemologies in Africa: gendering traditions, spaces, social institutions and identities. New York: Palgrave Mcmillan, 2011
SOW, F. The social sciences in Africa and Gender Analysis. In: Iman, A.; Mama, A.; Sow, F. (eds.). Engendering African Social Sciences. Dakar: CODESRIA Book Series, 1997.
Aula 5: Crítica Epistemológica Feminista a partir das Epistemologias afro-latino-americanas II
OBRIGATÓRIO
MIÑOSO, Y. Fazendo uma genealogia da experiência: o método rumo a uma crítica da colonialidade da razão feminista a partir da experiência histórica da América Latina IN: HOLLANDA, Heloisa Buarque de, Pensamento feminista hoje: Perspectivas decoloniais, Rio de Janeiro, Bazar do Tempo, 2020.
CURIEL, O. Construindo metodologias feministas a partir do feminismo decolonial IN: HOLLANDA, Heloisa Buarque de. Pensamento feminista hoje: Perspectivas decoloniais, Rio de Janeiro, Bazar do Tempo, 2020.
COMPLEMENTAR
ANZALDUA, G. La consciência de la mestiza/Rumo a uma nova consciência IN HOLLANDA, Heloisa Buarque de (org.). Pensamento feminista. Conceitos fundamentais. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.
CARDOSO, Cláudia Pons. Por um Feminismo Afrolatinoamericano. Outras falas: feminismos na perspectiva de mulheres negras brasileiras. Salvador: UFBA, 2012. Páginas 134 a 143.
CURIEL, Ochy. Crítica Pós-Colonial a Partir das Práticas do Feminismo Antirracista. Nómadas (Col), núm. 26, 2007, pp. 92-101
GUZMAN, A. (2019). Descolonizar La Memoria, Descolonizar Los Feminismos. Redición Llojeta, La Paz.
MARTINEZ, A. (2019). Feminismos A La Contra. Entre-Vistas Al Sur Global. Editorial. Lavorágine. Santader.
Miglaro, A., Rodríguez, L. (2020). Ecofeminismos Al Sur: Claves Para Pensar La Vida En El Centro Desde Uruguay (En Prensa)
MILLAN, M. (2011). Feminismos, Postcolonialidad, Descolonización: Del Centro A Los Márgenes En, Andamios. Revista De Investigación Social, No 17, Septiembre-Diciembre, Pp. 11-36.
Aula 6: Epistemologias Afro-latino-americanas III
OBRIGATÓRIO
GONZALEZ, Lélia. Por um Feminismo afro-latino-americano. RIOS, F; LIMA, M. (orgs.) SP: Zahar, 2020
COMPLEMENTAR
BARRETO, Raquel A. Enegrecendo o feminismo ou feminizando a raça: narrativas de libertação em Angela Davis e Lélia Gonzalez. Dissertação (Mestrado). Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Departamento de História, Rio de Janeiro, 2005.
CARDOSO, CLÁUDIA PONS. Amefricanizando o feminismo: o pensamento de Lélia Gonzalez. Revista Estudos Feministas (UFSC. Impresso), v. 22, p. 965-986, 2014.
CARNEIRO, S. Enegrecer o feminismo: a situação da mulher negra na América Latina a partir de uma perspectiva de gênero. IN HOLLANDA, Heloisa Buarque de (org.). Pensamento feminista. Conceitos fundamentais. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.
GONZALEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Revista Ciências Sociais Hoje, Anpocs, 1984, pp.223-244.
Aula 7: Gênero e Colonialidade: Rita Segato e Maria Lugones
OBRIGATÓRIO
SEGATO, R. Gênero e colonialidade: em busca de chaves de leitura e de um vocabulário estratégico descolonial, e-cadernos CES [Online], 18 | 2012, colocado online no dia 01 dezembro 2012. URL : http://journals.openedition.org/eces/1533 ; DOI : 10.4000/eces.1533
LUGONES, Maria. Rumo a um feminismo descolonial. Estudos Feministas, Florianópolis, 22(3), 320, setembro-dezembro, 2014. pp.935-952. 17p.
COMPLEMENTAR
LUGONES, Maria. Mujeres blancas buscando salvar a mujeres color café. Desigualdad, colonialismo jurídico y feminismo postcolonial. In: Andamios, Vol.8, nº 17, sept-diciembre 2011, pp.61-89. 28p.
________. Colonialidade e gênero IN: HOLLANDA, Heloisa Buarque de. Pensamento feminista hoje: Perspectivas decoloniais, Rio de Janeiro, Bazar do Tempo, 2020.
________. Rumo a um feminismo decolonial IN HOLLANDA, Heloisa Buarque de (org.), Pensamento feminista. Conceitos fundamentais. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.
SEGATO, Rita Laura. Inventando a natureza. Familia, sexo e gênero no Xangô do Recife. In: Santos e Daimones. O Politeísmo Afro-Brasileiro e a Tradição Arquetipal. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1995, pp. 11-54. 43p.
________. Os percursos do gênero na antropologia e para além dela. Revista Estado e Sociedade, 1998.
________, Rita Laura. La Crítica de la Colonialidad em Ocho Ensayos. Malága: Prometeo Libros, 2015.
UNIDADE 2 PEDAGOGIAS DECOLONIAIS
Aula 08: Interseccionalidade, Educação Antiracista - Convidada
OBRIGATÓRIO
HOOKS, Bell. Ensinando a Transgredir: a educação como prática de liberdade. São Paulo: Martins Fontes, 2013 (definir capítulo)
BENTO, Cida. Branquitude O lado oculto do discurso sobre o negro. In: https://www.geledes.org.br/branquitude-o-lado-oculto-discurso-sobre-o-negro-cida-bento/?gclid=Cj0KCQjwytOEBhD5ARIsANnRjVg6yc4vjjn1Bp4sf0w45Wkw_ryYtwStvsT2Q69jUpMw7SgjSe_N3MEaAqRXEALw_wcB
COMPLEMENTAR
ABU-LUGHOD, Lila. As mulheres muçulmanas precisam realmente de salvação? Reflexões antropológicas sobre o relativismo cultural e seus Outros. Estudos Feministas. Florianópolis, 20 (2),:251, maio-agosto, 2012, p. 451-470 . 19p.
BOUTELDJA, Houria. Raça, Classe e Gênero: uma nova divindade de três cabeças. Apresentação oral 7o Congresso Internacional de Pesquisas Feministas na Francofonia. Montreal, 2015. Tradução de Felipe Burno Martins Fernandes e Frederico Fagundes Soares.
HILL COLLINS, Patricia. Se perdeu na tradução: feminismo negro, inetrseccionalidade e política emancipatória. Parágrafo, jan/jun. 2017, V,5, n.1, pp.6-17, 11p.
HOOKS, Bell. Intelectuais Negras. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 3, n. 2, p. 464, jan. 1995.
LORDE, Audre. Não existe hierarquia de opressão. Mulheres negras: As ferramentas do mestre nunca irão desmantelar a casa do mestre. Os usos da raiva: mulheres respondendo ao racismo. https://rizoma.milharal.org/2013/03/03/nao-existe-hierarquia-de-opressao-por-audre-lorde/
Aula 09: Para Além do Desenvolvimento
OBRIGATÓRIO
BARRAGÁN, Margarita A et. al. Pensar a partir do feminismo: críticas e alternativas ao desenvolvimento. In. DILGER, Gerhard; LANG, Miriam e PEREIRA FILHO, Jorge. Descolonizar o imaginário: debates sobre pós-extrativismo e alternativas ao desenvolvimento. São Paulo: Autonomia Literária e Editora Elefante, 2016.
COMPLEMENTAR
SAGOT, Montserrat [Coordinadora]. Feminismos, pensamiento crítico y propuestas alternativas en América Latina / Alba. 1a ed . - Ciudad Autónoma de Buenos Aires : CLACSO, 2017
ROJAS, Charo Mina; MOSQUERA, Marilyn Machado; BOTERO, Patricia; ESCOBAR, Arturo. Luchas del buen vivir por las mujeres negras del Alto Cauca. NÓMADAS 43 | octubre de 2015 - Universidad Central Colombia. Pp. 167-183.
FRASER, Nancy. O feminismo, o capitalismo e a astúcia da história. Mediações, Londrina, v. 14, n. 2, p. 11-33, 2009.
PHALANE, M. Localizar o gênero no discurso do desenvolvimento. In: HOUNTONDJI, P. (Org.). O Antigo e o Moderno. A produção do saber na África contemporânea. Luanda: Edições Mulemba; Mangualde: Edições Pedago, 2012.
Aula 10: Feminismo Popular e Lutas Antissistêmicas
OBRIGATÓRIO
SILVA, Carmen. Feminismo Popular e Lutas antissistêmicas. SOS Corpo, 2016.
COMPLEMENTAR
KOROL, Claudia. Feminismo Populares. Pedagogías y Políticas. Buenos Aires: Fundação Rosa Luxemburgo, 2016.
Aula 11: Ecofeminismos e Ecologia Política Latinoamericana
OBRIGATÓRIO
MIES, Maria; SHIVA, Vandana. Ecofeminismo: Teoría, Crítica y Perspectivas. Icaria Antrazyt. 1997. Disponível em: http://www.icariaeditorial.com/pdf_libros/ecofeminismo.pdf. Acesso em: 14 jun. 2019.
NOGALES, Helena Katherina. Colonialidad de la naturaleza y de la mujer frente a un planeta que se agota. https://www.ecologiapolitica.info/?p=10128
COMPLEMENTAR
CARCAÑO, E.(2008). Ecofeminismo Y Ambientalismo Feminista: Uma Reflexión Crítica. Argumentos (México, D.F.), 21(56), 183-188. En:Http://Www.Scielo.Org.Mx/Scielo.Php?Script=Sci_Arttext&Pid=S0187-57952008000100010&Lng=Es&Tlng=Es.
PAIM, Elisangela Soldatelli (org). Resistências e re-existências : mulheres, território e meio ambiente em tempos de pandemia / São Paulo : Editora Funilaria, 2020 https://rosalux.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Resistencias_re-existencias_web.pdf
ROCHELEAU, Dianne; Thomas-Slayter, Barbara e Wangari, Esther. Género y Ambiente: una perspectiva de la ecología política feminista. In. Gárcia, Verónia V. e Gutierrez, Margarita V. (org).
SHIVA, Vandana. Abrazar la vida: Mujer, ecologia y supervivencia. 1998. Disponível em: https://observatorio.aguayvida.org.mx/media/vandana-shiva-abrazar-la-vida.-mujer-ecologia-ysupervivencia.pdf. Acesso em: 02 jun. 2019.
Aula 12: Feminismo Comunitário Convidada Lorena Cabnal
OBRIGATÓRIO
CABNAL, Lorena. Feminismo diversos: El Feminismo Comunitario. ACSUR: Las segovias, 2010. Disponível em: http://www.calameo.com/books/002488953253b6850c481 [Acesso em jun. 2018].
COMPLEMENTAR
CABNAL, L. (2010). Acercamiento A La Construcción De La Propuesta De Pensamiento Epistémico De Las Mujeres Indígenas Feministas Comunitarias De Abya Yala. En Feminismos Diversos: El Feminismo Comunitario. Guatemala: Acsur.
GUZMAN, Adriana. Descolonizar La Memoria, Descolonizar Los Feminismos. La Paz: Redición Llojeta, 2019
HERNÁNDEZ, Delmy Tania Cruz. Feminismos comunitarios territoriales de Abya Yala: mujeres organizadas contra las violencias y los despojos. Revista Estudios Psicosociales Latinoamericanos. Vol. 3, Número 1, 2020, p. 88-107 https://www.researchgate.net/publication/344774989_Feminismos_comunitarios_territoriales_de_Abya_Yala_mujeres_organizadas_contra_las_violencias_y_los_despojos
Aula 13: A luta das mulheres atingidas
OBRIGATÓRIO
BEZERRA, Rosemayre Lima; ALVES, Ailce Margarida Negreiros. Mulheres amazônidas, difíceis territorialidades em tempos de crise pandêmica: um exercício de cartografia. In. OLIVEIRA, Tatiana. Mulheres amazônidas: ecofeminismo, mineração e economias populares. Brasília: INESC, 2021 Disponível em: https://www.inesc.org.br/livro-mulheres-amazonidas-ecofeminismo-mineracao-e-economias-populares/
BRUSTOLIN, Cìndia; DA SILVA, Sislene Costa. Maranhão. Territórios, mulheres e megaprojetos: um estudo de caso sobre a Estrada de Ferro-Carajás- MA. In. INSTITUTO PACS. Mulheres Atingidas: territórios atravessados por megaprojetos. Instituto PACS, 2021. Disponível em: http://biblioteca.pacs.org.br/publicacao/mulheres-atingidas-territorios-atravessados-por-megaprojetos/
COMPLEMENTAR
FURTADO, F. P.; ANDRIOLLI, C. Mulheres atingidas por megaprojetos em tempos de pandemia: conflitos e resistências. Estudos Sociedade e Agricultura. v.29, p.66 - , 2020.
INSTITUTO PACS. Mulheres Atingidas: territórios atravessados por megaprojetos. Instituto PACS, 2021. Disponível em: http://biblioteca.pacs.org.br/publicacao/mulheres-atingidas-territorios-atravessados-por-megaprojetos/
OLIVEIRA, Tatiana. Mulheres amazônidas: ecofeminismo, mineração e economias populares. Brasília: INESC, 2021. Disponível em: https://www.inesc.org.br/livro-mulheres-amazonidas-ecofeminismo-mineracao-e-economias-populares/
ULLOA, Astrid. Feminismos territoriales en América Latina: defensas de la vida frente a los extractivismos. Nómadas [online]. 2016, n.45. Disponível em: http://www.scielo.org.co/pdf/noma/n45/n45a09.pdf
OUTRAS BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
CARNEIRO, S. Mulheres em movimento. Revista Estudos Avançados. N. 17. 2003./ IN HOLLANDA, Heloisa Buarque de (org.), Pensamento feminista brasileiro. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.
_________. Escritos de uma vida. São Paulo: Pólen Livros, 2019.
_________. A construção do outro como não ser como fundamento do ser. Tese de doutorado. FEUSP.
_________. Epistemicídio. https://www.geledes.org.br/epistemicidio/
CARNEIRO, Sueli; CURY, Cristiane. O poder feminino no culto dos orixás. Guerreiras de natureza: mulher negra, religiosidade e ambiente. Elisa Nascimento. Grupo editorial summu. 2008.
DAVIS, Angela. Mulheres, cultura e política. São Paulo: Boitempo, 2017.
________ A liberdade é uma luta constante. São Paulo: Boitempo, 2018.
CRENSHAW, Kimberlé Documento Para O Encontro De Especialistas Em Aspectos Da Discriminação Racial Relativos Ao Gênero. Estudos Feministas. 1º Sem. 2002. Páginas: 171 a 188.
KARENGA, Maulana. A função e o futuro dos Estudos Africana: reflexões críticas sobre sua missão, seu significado e sua metodologia. NASCIMENTO, Elisa. L. (Org.) Afrocentricidade: uma abordagem epistemológica inovadora. São Paulo: Selo Negro, 2009.p. 333-359.
MALOMALO. Bas ́Ilele. Estudos Africana ou Estudos Africanos: Um campo em processo de consolidação desde a diáspora africana no Brasil. Capoeira Revista de Humanidades e Letras, v. 3, n. 2, Ano 2017, p.
NASCIMENTO, B. A mulher negra no mercado de trabalho IN HOLLANDA, Heloisa Buarque de (org.), Pensamento feminista brasileiro. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.
__________. A mulher negra e o amor IN HOLLANDA, Heloisa Buarque de (org.), Pensamento feminista brasileiro. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.
NJERI, Aza; ANKH, Kwame; MENE, Kulwa. Mulherismo Africana: proposta enquanto equilíbrio vital a comunidade preta. Ítaca n.º 36 Especial Filosofia Africana,
RIOS, Flavia; MACIEL, R. Feminismo negro em três tempos. Labrys, études féministes/ estudos feministas, v. 1, p. 120-140-140, 2018.
SILVA, Denise Ferreira da. Sobre a diferença sem separabilidade.
__________. Ninguém: direito, racialidade, violência Meritum. V. 9. N. 1. Belo Horizonte: 2014 (p.67-117)
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