Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Seropédica, 22 de Julho de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: MÓDULO
Unidade Responsável: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA/ICHS (12.28.01.00.00.49)
Código: PPHR0009
Nome: ALGUNS CONCEITOS EM HISTÓRIA SOCIAL DA ATUALIDADE
Carga Horária Teórica: 60 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária de Ead: 0 h.
Carga Horária Total: 60 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Sim
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Sim
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Permite Múltiplas Aprovações: Não
Quantidade de Avaliações: 1
Ementa/Descrição: O curso não pretende necessariamente abordar as Teorias da História contemporâneas vinculadas à História Social ou História Social da Cultura. Ou seja, de como essas teorias instrumentalizam conceitos necessários à formulação de nossas hipóteses, e daí aos objetivos e metodologias necessárias. Pretendemos, sim, partir dos conceitos, das suas definições, das críticas às suas definições e das inescapáveis reconstruções a que são submetidos.
Referências: BIBLIOGRAFIA BÁSICA: a) David Roediger. Sobre autobiografia e teoria: uma introdução. Vron Ware (org.) Branquidade: Identidade branca e multiculturalismo. Rio de Janeiro: Garamond, 2004. b) Guerreiro Ramos. Introdução crítica à sociologia brasileira. Rio de Janeiro: EdUFRJ, 1995, Cap. “Patologia social do branco brasileiro”. https://docslide.com.br/documents/patologia-social-do-branco-brasileiro-guerreiro-ramos.html BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: c) Gayatri Chakravorty Spivak. Pode o subalterno falar? Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2010. https://joaocamillopenna.files.wordpress.com/2013/10/spivak-pode-o-subalterno-falar.pdf d) Álvaro Pereira Nascimento. Trabalhadores negros e o “paradigma da ausência”: contribuições à história social do trabalho no Brasil. Estudos Históricos. Rio de Janeiro, vol. 29, no 59, p. 583-586, setembro-dezembro 2016. c) FRISCH, Michael. A História Pública não é uma via de mão única, ou, De a Shared Authority à cozinha digital, e vice-versa. In: MAUAD, Ana Maria, ALMEIDA, Juniele e SANTHIAGO, Ricardo (Orgs.). História pública no Brasil. São Paulo: Letra e Voz, 2016, p. 62. e) BIBLIOGRAFIA BÁSICA: a) David Roediger. Sobre autobiografia e teoria: uma introdução. Vron Ware (org.) Branquidade: Identidade branca e multiculturalismo. Rio de Janeiro: Garamond, 2004. b) Guerreiro Ramos. Introdução crítica à sociologia brasileira. Rio de Janeiro: EdUFRJ, 1995, Cap. “Patologia social do branco brasileiro”. https://docslide.com.br/documents/patologia-social-do-branco-brasileiro-guerreiro-ramos.html BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: c) Gayatri Chakravorty Spivak. Pode o subalterno falar? Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2010. https://joaocamillopenna.files.wordpress.com/2013/10/spivak-pode-o-subalterno-falar.pdf d) Álvaro Pereira Nascimento. Trabalhadores negros e o “paradigma da ausência”: contribuições à história social do trabalho no Brasil. Estudos Históricos. Rio de Janeiro, vol. 29, no 59, p. 583-586, setembro-dezembro 2016. c) FRISCH, Michael. A História Pública não é uma via de mão única, ou, De a Shared Authority à cozinha digital, e vice-versa. In: MAUAD, Ana Maria, ALMEIDA, Juniele e SANTHIAGO, Ricardo (Orgs.). História pública no Brasil. São Paulo: Letra e Voz, 2016, p. 62. e)

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