| Ementa/Descrição: |
O curso não pretende necessariamente abordar as Teorias da História contemporâneas vinculadas à História Social ou História Social da Cultura. Ou seja, de como essas teorias instrumentalizam conceitos necessários à formulação de nossas hipóteses, e daí aos objetivos e metodologias necessárias. Pretendemos, sim, partir dos conceitos, das suas definições, das críticas às suas definições e das inescapáveis reconstruções a que são submetidos. |
| Referências: |
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
a) David Roediger. Sobre autobiografia e teoria: uma introdução. Vron Ware (org.) Branquidade: Identidade branca e multiculturalismo. Rio de Janeiro: Garamond, 2004.
b) Guerreiro Ramos. Introdução crítica à sociologia brasileira. Rio de Janeiro: EdUFRJ, 1995, Cap. Patologia social do branco brasileiro. https://docslide.com.br/documents/patologia-social-do-branco-brasileiro-guerreiro-ramos.html
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
c) Gayatri Chakravorty Spivak. Pode o subalterno falar? Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2010. https://joaocamillopenna.files.wordpress.com/2013/10/spivak-pode-o-subalterno-falar.pdf
d) Álvaro Pereira Nascimento. Trabalhadores negros e o paradigma da ausência: contribuições à história social do trabalho no Brasil. Estudos Históricos. Rio de Janeiro, vol. 29, no 59, p. 583-586, setembro-dezembro 2016.
c) FRISCH, Michael. A História Pública não é uma via de mão única, ou, De a Shared Authority à cozinha digital, e vice-versa. In: MAUAD, Ana Maria, ALMEIDA, Juniele e SANTHIAGO, Ricardo (Orgs.). História pública no Brasil. São Paulo: Letra e Voz, 2016, p. 62.
e)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
a) David Roediger. Sobre autobiografia e teoria: uma introdução. Vron Ware (org.) Branquidade: Identidade branca e multiculturalismo. Rio de Janeiro: Garamond, 2004.
b) Guerreiro Ramos. Introdução crítica à sociologia brasileira. Rio de Janeiro: EdUFRJ, 1995, Cap. Patologia social do branco brasileiro. https://docslide.com.br/documents/patologia-social-do-branco-brasileiro-guerreiro-ramos.html
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
c) Gayatri Chakravorty Spivak. Pode o subalterno falar? Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2010. https://joaocamillopenna.files.wordpress.com/2013/10/spivak-pode-o-subalterno-falar.pdf
d) Álvaro Pereira Nascimento. Trabalhadores negros e o paradigma da ausência: contribuições à história social do trabalho no Brasil. Estudos Históricos. Rio de Janeiro, vol. 29, no 59, p. 583-586, setembro-dezembro 2016.
c) FRISCH, Michael. A História Pública não é uma via de mão única, ou, De a Shared Authority à cozinha digital, e vice-versa. In: MAUAD, Ana Maria, ALMEIDA, Juniele e SANTHIAGO, Ricardo (Orgs.). História pública no Brasil. São Paulo: Letra e Voz, 2016, p. 62.
e)
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