Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Seropédica, 05 de Abril de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: MÓDULO
Unidade Responsável: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS/ICHS (12.28.01.00.00.00.91)
Código: IH-1125
Nome: SOCIEDADES INDÍGENAS
Carga Horária Teórica: 45 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária de Ead: 0 h.
Carga Horária Total: 45 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Sim
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Sim
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Permite Múltiplas Aprovações: Não
Quantidade de Avaliações: 1
Ementa/Descrição: Temas e problemas abordados nos estudos sobre as sociedades ameríndias, com ênfase na etnologia, na história indígena e na etnopolítica. Estudos de etnografias que enfocam organização social e parentesco, cosmologias, rituais e interpelações com sociedades nacionais
Referências: ALBERT, B., & RAMOS, A.R. (org.). Pacificando o Branco: cosmologias do contato no Norte-Amazônico, São Paulo: Editora UNESP: Imprensa Oficial do Estado, 2002. ALBERT, B. A Fumaça do Metal: História e representações do contato entre os Yanomami. Anuário Antropológico 89. R. J.: Tempo Brasileiro, 1992. p. 151-189. CARDOSO DE OLIVEIRA, R. Identidade, etnia e estrutura social. S.P.: Pioneira, 1976. _____. A sociologia do Brasil indígena. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro; Brasília: Editora da UnB, 1978. CARNEIRO DA CUNHA, M. (org.). História dos índios do Brasil. SP: Companhia das Letras; Secretaria Municipal de Cultura; FAPESP, 1998. ____ Os mortos e os outros. São Paulo Hucitec. 1978. ____Antropologia do Brasil: Mito, história e etnicidade. São Paulo: Brasiliense/Edusp, 1981 CLASTRES, P. A sociedade contra o Estado. Rio de Janeiro, Francisco Alves, 1978. FARAGE, N. As Muralhas do Sertão: os povos indígenas no rio Branco e a colonização. R.J.: Paz e Terra; ANPOCS, 1991. FAUSTO, C. Inimigos Fieis: história, guerra e xamanismo na Amazônia. São Paulo. Edusp.2001. ____ “Se Deus Fosse um Jaguar: Canibalismo e Cristianismo entre os Guarani (séculos XVI-XX)”, Mana, 11:2, 2005, pp. 385-418. GALLOIS, Dominique T. (org.) Redes de relações nas Guianas. São Paulo: Associação Editorial Humanitas: Fapesp, 2005. HUGE-JONES, C.. From the Milk River: spatial and temporal processes in Northwest Amazônia. Cambridge: Cambridge University Press, 1979. HUGE-JONES, S.. Nomes secretos e riqueza visível: nominação no noroeste amazônico. Mana, 8, no. 2, 2002. p. 45-68. LANGDON, E.J.M. (org.) Xamanismo no Brasil: novas perspectives.Florianópolis: Editora da UFSC, 1996. LIMA, T. S. Um Peixe Olhou para Mim: O Povo Yudjá e a Perspectiva, São Paulo: Editora Unesp, 2005. MAYBURY-LEWIS, David (org). Dialetical societies: the Gê and Bororo of Central Brasil. Cambridge, Havard University Press, 1979 MONTEIRO, J. M.. Negros da terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo. São Paulo, Companhia das Letras: 1994. MOREIRA NETO, C.A. Relatório sobre a situação atual dos índios Kayapó In: Revista de Antropologia, vol II, Jun,dez. 1959. NIMUENDAJU, Curt. As lendas da criação e destruição do mundo como fundamentos da religião dos Apapocúva-Guarani. São paulo: Hucitec/Edusp, 1987 NOVAES, S. C. (org.) Jogos de espelhos: imagens da representação de si através dos Outros. São Paulo: Edusp, 1993 OLIVEIRA FILHO, J. P.. O nosso governo: os Ticuna e o regime tutelar. São Paulo: Martins Fontes, 1988. _____ de. Sociedades indígenas e indigenismo no Brasil. São Miguel, Marco Zero, 1987. _____. A viagem da volta: Etnicidade, política e reelaboração cultural no nordeste indígena. Rio de janeiro, Contracapa, 1999. OVERING KAPLAN, J.. The Piaroa: a people of the Orinoco Basin - a study in kinship and marriage. Oxford: Clarendon Press, 1975. POUTIGNAT, P.Teorias da etnicidade. Seguido de Grupos étnicos e suas fronteiras de Fredrik Barth / Philippe Poutignat, Jocelyne Streiff-Fenart.São Paulo: UNESP,1998. RAMOS, A. R., Hierarquia e Simbiose: Relações Intertribais no Brasil. São Paulo: HUCITEC, INL/MEC, 1980. _____. Memórias Sanumá: Espaço e Tempo em uma Sociedade Yanomami. São Paulo: Marco Zero; Brasília:Editora da UnB, 1990. RIVIÈRE, P. Marriage Among the Trio: A Principle of Social Organization. Oxford: Oxford University Press, 1969. _____ O Indivíduo e a Sociedade na Guiana: um estudo comparativo da organização social ameríndia. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001. VAN VELTHEM, L. H. O Belo é a fera: a estética da produção e da predação entre os Wayana. Lisboa: Assirio & Alvim, 2003. VIVEIROS DE CASTRO, E. e CARNEIRO DA CUNHA, M. (orgs.). Amazônia: Etnologia e História Indígena, São Paulo: NHII/USP/FAPESP, 1993. VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Os pronomes cosmológicos e o perspectivismo ameríndio. Mana, 2(2)Ç115-144, 1996. _____. A Inconstância da Alma Selvagem, São Paulo: Cosac & Naify, 2002 _____. O nativo relativo. Mana. Vol.3, n.1, Rio de Janeiro, Abril, 1997. _____. Araweté: os deuses canibais. Rio de Janeiro: J. Zahar Editor: Associação Nacional de Pós Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais, 1986. WRIGHT, R. M. (org) Transformando os Deuses: os múltiplos sentidos da conversão entre os povos indígenas no Brasil. Campinas: Editora da Unicamp, 1999.

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