Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Seropédica, 22 de Setembro de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: MÓDULO
Unidade Responsável: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS EM DESENVOLVIMENTO, AGRICULTURA E SOCIEDADE/ICHS (12.28.01.00.00.00.80)
Código: IH-1512
Nome: ECONOMIA E POLÍTICA DE RECURSOS NATURAIS E DO MEIO AMBIENTE (ELP)
Carga Horária Teórica: 60 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária de Ead: 0 h.
Carga Horária Total: 60 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Sim
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Sim
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Permite Múltiplas Aprovações: Não
Quantidade de Avaliações: 1
Ementa/Descrição: A disciplina visa fornecer elementos teóricos e instrumentais para a análise de transições para sociedades sustentáveis e políticas públicas afins, confrontando as perspectivas do mainstream neoclássico com a economia ecológica. 1. Recursos naturais, entropia e desenvolvimento econômico: limites ao crescimento ou avanço tecnológico? desenvolvimento sustentável, economia estável ou substituição infinita? sustentabilidade forte ou fraca? Decrescimento ou crescimento verde? Contabilidade ambiental e indicadores de sustentabilidade: medindo e acompanhando progresso ao desenvolvimento sustentável. 2. Conceitos e técnicas de valoração do meio ambiente; custos e benefícios da ótica individual e da sociedade; quantificação de danos e de mudanças na qualidade ambiental; irreversibilidade e os direitos das gerações futuras; equidade inter- e intratemporal: qual taxa de desconto? 3. Eficiência, bens públicos e externalidades; a tragédia dos comuns e ação coletiva; internalização via mecanismos de mercado versus comando e controle, ou integração de instrumentos num policymix; taxação pigouviana e licenças negociáveis; pagamento para serviços ecossistêmicos; casos de estudo: manejo florestal, gestão de recursos hídricos, compensação de unidades de conservação e carbono florestal; instrumentos voluntários: certificação e a regulação do comércio; de ecoeficiência à ecologia industrial – o metabolismo da economia. 4. Economia internacional, comércio e meio ambiente: fluxos de capital financeiro internacional, investimento e conteúdo ambiental, certificação voluntária vs barreiras não tarifárias.
Referências: CAVALCANTI, C. org. Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Políticas Públicas. São Paulo: Cortez Editora/Fundação Joaquim Nabuco, 1997. CECHIN, A. & VEIGA, J.E. A economia ecológica e evolucionária de Georgescu-Roegen. Revista de Economia Política, vol. 30, nº 3 (119), pp 438-454, julho-setembro, 2010. COASE, R. The problem of social cost. Journal of Law and Society Daly, H.E. Allocation, distribution, and scale: towards an economics that is efficient, just, and sustainable. Ecological Economics 6:185-193, 1992. LÉNA, P. e NASCIMENTO, E. (orgs.) Enfrentando os limites do crescimento: sustentabilidade, decrescimento e prosperidade. SP, Garamond, 2012 MARTINEZ-ALIER, J. El ecologismo de los pobres; Conflictos ambientales y lenguajes de valoración. Barcelona, Icaria, 2004. MAY, P. (org.) Economia do meio ambiente: teoria e prática. 2a Edição. Rio de Janeiro, Elsevier/Campus, 2010. May, P.H., Veiga, F., Denardin, V. e Loureiro, W. O ICMS-Ecológico; Respostas ao nível municipal no Paraná e Minas Gerais, Brasil. In: Stefano Pagiola, Joshua Bishop, e Natasha Landell-Mills (orgs.). Mercados para Serviços Ecossistêmicos: Instrumentos Econômicos para Conservação e Desenvolvimento Sustentável.Rio, REBRAF, 2005, p. 98-110. OSTROM, E. Governing the commons ; The evolution of institutions for collective action. Cambridge University Press, 1990. RING, I. e SCHROTER-SCHLAACK, C. (Ed.), Instrument Mixes for Biodiversity Policies. POLICYMIX Report, Issue No. 2/2011, Helmholtz Centre for Environmental Research . UFZ, Leipzig. ROCKSTRÖM, J. et al. Planetary boundaries: exploring safe operating spaces for humanity. Ecology and Society 14(2): 32. [E] STIGLITZ, J., SEN, A., FITOUSSI, J. Report by the Commission on the Measurement of Economic Performance and Social Progress, 2008. VEIGA, J.E. Indicadores de sustentabilidade. Estudos Avançados 68, jan-abr 2010.

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