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Dissertações |
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SAMANTHA COSTA AMORIM MUNIZ
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ESTUDO DOS EFEITOS DO ÓLEO ESSENCIAL OBTIDO DAS FOLHAS DE Schinus molle L. NO SISTEMA NERVOSO CENTRAL DE CAMUNDONGOS
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Orientador : FABIO FAGUNDES DA ROCHA
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MEMBROS DA BANCA :
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FABIO FAGUNDES DA ROCHA
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WELLINGTON DA SILVA CORTES
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ELSON ALVES COSTA
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Data: 26/02/2019
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Transtornos de ansiedade e depressão estão entre os transtornos mentais de maior prevalência na população, afetando milhares de pessoas no mundo. A medicina popular, uma prática muito antiga, faz o uso de diversas plantas com a finalidade de se tratar doenças que acometem o homem. Com o passar dos anos houve um grande avanço nos estudos de plantas medicinais para se obter novos compostos com propriedades terapêuticas. Schinus molle L., planta pertencente à família Anacardiaceae, é popularmente conhecida como aroeira. Além de apresentar ampla gama de atividades biológicas, seu extrato etanólico e hexânico demonstraram possuir efeito antidepressivo. O objetivo deste projeto foi avaliar as ações do tipo ansiolítica e antidepressiva do óleo essencial das folhas de Schinus molle L (OEFS) em modelos animais. No teste do campo aberto (CA), OEFS na concentração de 100mg/kg reduziu o número de quadrantes percorridos (OES100 = 19,1 ± 6,2 vs. CT = 71,4 ± 3,3) assim como o número de rearings (OES100 = 1 ± 0,5 vs. CT = 22,5 ± 10,5). No teste da barra giratória, o OESF não apresentou diferença significativa no tempo de permanência na barra e número de quedas. No teste do sono induzido por etomidato, OESF100 apresentou aumento no tempo de recuperação total do sono em relação ao grupo controle (OES100 = 162,2 ± 14,9 vs. CT = 97,4 ± 7,3 s). Para avaliar possível efeito ansiolítico, as doses de 25 e 50mg/kg de OEFS foram utilizadas no teste do labirinto em cruz elevado (LCE) e no teste de esconder esferas (TEE). No LCE, o OEFS não apresentou diferença significativa em nenhum dos parâmetros analisados (porcentagem de tempo nos braços abertos e porcentagem de entradas nos braços abertos). No TEE, OEFS não reduziu o número de esferas escondidas em relação ao grupo controle. Para avaliação de um possível efeito antidepressivo do OEFS, foi realizado o teste do nado forçado (NF). O OEFS não reduziu o tempo de imobilidade em nenhuma das doses testadas (25, e 50mg/kg). O pré-tratamento com flumazenil não foi capaz de reverter a redução da atividade locomotora e exploratória do animal no CA causada pelo OEFS100, demosntrando que o efeito depressor não é mediado pelo sítio benzodiazepínico do receptor GABAA. Estudos complementares são necessários para uma investigação mais aprofundada sobre seu efeito sedativo, assim como uma melhor exploração do perfil farmacológico desta planta.
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Anxiety disorders and depression are among the most prevalent mental disorders in the population, affecting thousands of people around the world. Folk medicine, a very old practice, makes use of several plants for the purpose of treating diseases that affect man. Over the years there has been a great advance in the studies of medicinal plants to obtain new compounds with therapeutic properties. Schinus molle L., plant belonging to the family Anacardiaceae, is popularly known as aroeira. In addition to presenting a wide range of biological activities, its ethanolic and hexanic extract showed to have antidepressant effect. The objective of this project was to evaluate the anxiolytic and antidepressant actions of the essential oil of the leaves of Schinus molle L. (OEFS) in animal models. In the open field test (AC), OEFS at a concentration of 100 mg/kg reduced the number of quadrants traveled (OES100 = 19.1 ± 6.2 vs. CT = 71.4 ± 3.3) as well as the number of rearings (OES100 = 1 ± 0.5 vs. CT = 22.5 ± 10.5). In the test of the rotating bar, the OESF did not present significant difference in the time of permanence in the bar and number of falls. In the test of sleep induced by etomidate, OESF100 showed an increase in total sleep recovery time in relation to the control group (OES100 = 162.2 ± 14.9 vs. CT = 97.4 ± 7.3 s). To evaluate the possible anxiolytic effect, the doses of 25 and 50 mg / kg OEFS were used in the elevated plus maze (LCE) and in the MARBLE BURYING test (TEE). In LCE, OEFS did not present significant difference in any of the parameters analyzed (percentage of time in open arms and percentage of open arms entries). In the TEE, OEFS did not reduce the number of Glass marbles burying in relation to the control group. For the evaluation of a possible like-antidepressant effect of OEFS, the forced swimming test (NF) was performed. OEFS did not reduce the immobility time at any of the doses tested (25, and 50mg/kg). Pretreatment with flumazenil was not able to reverse the reduction of locomotor and exploratory activity of the animal in CA caused by OEFS100, showing that the depressant effect is not mediated by the benzodiazepine site of the GABAA receptor. Further studies are needed for further investigation of its sedative effect, as well as better exploration of the pharmacological profile of this plant.
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JOSÉ EDGARD DE OLIVEIRA ALVES
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Avaliação do equilíbrio hidroeletrolítico em ratos Wistar normotensos e espontaneamente hipertensos
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Orientador : ANDRE DE SOUZA MECAWI
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MEMBROS DA BANCA :
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ANDRE DE SOUZA MECAWI
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DANIEL BADAUE PASSOS JUNIOR
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EMERSON LOPES OLIVARES
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Data: 23/08/2019
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Tendo em vista a estreita relação entre o volume dos fluidos corporais, a carga de sódio e a pressão arterial, o presente estudo objetivou demonstrar que os ratos da linhagem SHR apresentam diferenças no balanço hidromineral em relação aos ratos normotensos e se refletem em uma menor eficiência no controle do balanço de água e osmóis no organismo. Para tal, foram utilizados ratos das linhagens Wistar e SHR, machos, com idades entre 90 e 120 dias de vida, submetidos a quatro protocolos experimentais: (1) avaliação da pressão arterial e validação do modelo SHR; (2) avaliação basal e privação hídrica de 24 horas em gaiola metabólica; (3) avaliações plasmáticas; e (4) avaliação da privação de 24 horas e reapresentação hídrica em gaiola metabólica. Nossos resultados apontaram diferenças significativas em diversos parâmetros estudados, dentre os quais podemos destacar discrepâncias na ingestão hídrica basal diária (Wistar 15,35 ± 0,522 mL/100g vs. SHR 10,90 ± 0,228 mL/100g; p<0,0001); na excreção urinária basal (Wistar 6,153 ± 0,227 mL/100g vs. SHR 4,773 ± 0,122 mL/100g; p<0,0001); na carga de sódio urinário (SHR 0,6547 ± 0,019 mEq/100g/24h vs. 0,4866 ± 0,017 mEq/100g/24h Wistar; p<0,0001) na carga de potássio (SHR 1,381 ± 0,085 mEq/100g/24h vs. Wistar 1,146 ± 0,038 mEq/100g/24h; p=0,0137). Os níveis de AVP e ANP sofrem influência do fator privação hídrica (F(1, 56)=13,20, p=0,0006; e F(1, 37)=10,54; p=0,0025, respectivamente), enquanto ANG II é influenciada pela privação hídrica (F(1, 53)=8,173; p=0,0061), sem influência do fator linhagem (F(1, 53)=0,3370; p=0,5640), mas com interação entre eles (F(1, 53)=4,367; p=0,0415) e OT apresentou significância para os fatores privação (F(1, 54)=20,75; p<0,0001) e linhagem (F(1, 54)=14,20; p=0,0004), além de ocorrer interação entre eles (F(1, 54)=9,826; p=0,0028). Além disso, durante a reapresentação hídrica ratos SHR apresentaram ingestão inferior de água, cujas na análises apontaram influência do fator tempo (F(7, 245)=98,03; p<0,0001), do fator linhagem (F(1, 35)=31,90; p<0,0001) e interação (F(7, 245)=10,19; p<0,0001); e maior volume urinário, com influência dos fatores tempo e linhagem (F(7, 245)=10,19, p<0,0001; F(1, 70)=26,69, p<0,0001; respectivamente), embora não ocorra interação. Deste modo, estes resultados evidenciam discrepâncias no balanço hidromineral entre ratos normotensos e SHR e reiteram a importância da integração dos sistemas osmorregulatórios e cardiovascular para a homeostasia dos líquidos corporais.
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Mostrar Abstract
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Given the close relationship between body fluid volume, sodium load and blood pressure, the present study aimed to demonstrate that SHR rats show differences in hydromineral balance compared to normotensive rats and are reflected in lower efficiency. in controlling the balance of water and osmols in the body. Male Wistar and SHR rats, aged between 90 and 120 days old, were submitted to four experimental protocols: (1) blood pressure evaluation and SHR model validation; (2) basal assessment and 24-hour water deprivation in metabolic cages; (3) plasma evaluations; and (4) assessment of 24-hour deprivation and water resubmission in metabolic cage. Our results showed significant differences in several studied parameters, among which we can highlight discrepancies in daily basal water intake (Wistar 15.35 ± 0.522 mL/100g vs. SHR 10.90 ± 0.228 mL/100g; p<0.0001); basal urinary excretion (Wistar 6.153 ± 0.227 mL/100g vs. SHR 4.773 ± 0.122 mL/100g; p<0.0001); urinary sodium load (SHR 0.6547 ± 0.019 mEq/100g/24h vs. 0.4866 ± 0.017 mEq/100g/24h Wistar; p<0.0001) and the urinary potassium load (SHR 1.381 ± 0.085 mEq/100g/24h vs. Wistar 1.146 ± 0.038 mEq/100g/24h; p=0.0137). The AVP and ANP levels were influenced by the water deprivation factor (F(1,56) =13,20, p=0,0006; and F(1,37) = 10,54; p=0,0025, respectively). whereas ANG II is influenced by water deprivation (F(1,53) = 8,173; p=0,0061), without influence of strain factor (F(1,53) = 0,3370; p=0,5640), but with interaction between them (F(1,53) = 4,367; p=0,0415) and OT showed significance for the deprivation factor (F(1,54) = 20,75; p<0,0001) and strain factor (F(1.54) = 14.20; p=0.0004), and interaction between them occurred (F(1,54) = 9.826; p=0.0028). In addition, during water resubmission the SHR rats presented lower water intake, whose two-way analysis of variance showed influence of the time factor (F(7, 245) = 98.03; p<0.0001), of the strain factor (F(1, 35) = 31.90; p<0.0001) and interaction (F(7, 245) = 10.19; p<0.0001); and higher urinary volume, with influence of time and strain factors (F(7, 245) = 10.19, p<0.0001; F(1, 70) = 26.69, p<0.0001; respectively), although no interaction occurs. Thus, these results show discrepancies in the hydromineral balance between normotensive rats and SHR and reiterate the importance of integrating osmoregulatory and cardiovascular systems for body fluid homeostasis.
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MAYRA DIAS SILVEIRA
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Avaliação Comportamental da Ingestão Hídrica e Mecanismos Neuroendócrinos Envolvidos no Controle do Balanço Hidroeletrolítico em Codornas Japonesas (Coturnix coturnix japonica)
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Orientador : LUIS CARLOS REIS
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MEMBROS DA BANCA :
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LUIS CARLOS REIS
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PEDRO LEONARDO CEDRAZ MERCEZ
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WELLINGTON DA SILVA CORTES
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Data: 30/08/2019
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A diminuição dos fluidos corporais pode ser ocasionada pela privação hídrica e com isso, mecanismos de controle e regulação são ativados de forma a garantir a manutenção do equilíbrio hidroeletrolítico, dentre eles a secreção de hormônios neurohipofisários. A privação hídrica em aves é um importante estímulo estressor que provoca uma ampliação da atividade dos neurônios dos NPV e NSO, denominados magnocelulares, e consequentemente um aumento no comportamento da ingestão de água em aves. Com isso, a privação hídrica se torna um modelo experimental conveniente para os estudos da atividade vasotocinérgica e mesotocinérgica, assim como estudos da interação desses peptídeos com seus respectivos receptores e sua ação central e sistêmica. Desta forma, o presente estudo investigou as possíveis correlações entre a atividade vasotocinérgica e mesotocinérgica em aves com as alterações comportamentais entre o mecanismo de sede e da ingestão de água, através de modelo experimental desenvolvido com codornas japonesas (Coturnix coturnix japonica), submetendo os grupos experimentais à privação hídrica. Foram utilizados codornas machos de aproximadamente 50 dias, mantidos sob temperatura controlada de 26±2ºC, ciclo claroescuro de 12/12 horas, subdivididas em 3 grupos distintos (n=6): i.Grupo Controle (CTRL), ii.Grupo Privado Hidricamente por 36 horas (PvH) e iii.Grupo Privado Hidricamente por 36 horas com Reapresentação de água durante duas horas (IH-2h). Verificamos que a privação hídrica foi capaz de aumentar a ingestão hídrica do grupo IH-2h, para todos os intervalos de tempo observados, quando comparado ao grupo CTRL e ao grupo IH-2 antes da privação (IH2h após privação vs CTRL, p < 0,0001; IH-2h após privação vs IH-2h antes da privação, p < 0,0001). O grupo PvH demonstrou diferença estatisticamente significativa quando comparado ao grupo CTRL na ingestão basal de água no tempo de 120 minutos (PvH 3,56±3,32 vs CTRL 0,79±0,70; p = 0,002). Houve redução do peso corporal de maneira significativa dos grupos PvH e IH-2h, quando considerada a variação de ganho de peso antes e após privação (PvH após privação vs CTRL, p < 0,0001 e IH-2h após privação vs CTRL, p<0,0001). Deste modo, o presente estudo foi capaz de demonstrar resultados positivos com relação ao comportamento ingestivo de água e suas possíveis influências no ganho de peso corporal da espécie após privação hídrica. Embora os resultados dos parâmetros plasmáticos avaliados neste estudo não permita afirmar que mecanismos de controle neuroendócrino vasotocinérgico e mesotocinérgico estejam envolvidos na privação hídrica, sugerimos que a ação dos hormônios AVT e MT tem importância impar no controle de líquidos corporais. Estudos posteriores são necessários, para que se possa elucidar o papel desses e outros hormônios envolvidos da osmorregulação de codornas japonesas.
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Mostrar Abstract
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The decrease of the body fluids can be caused by water deprivation and, therefore, control and regulation mechanisms are activated in order to ensure the maintenance of hydroelectrolytic balance, among them the secretion of neurohypophyseal hormones. Water deprivation in birds is an important stress stimulus that causes an increase in the activity of NPV and NSO neurons, called magnocellular cells, and consequently an increase in water intake behavior in birds. Thus, water deprivation becomes a convenient experimental model for studies of vasotocinergic and mesotocinergic activity, as well as studies of the interaction of these peptides with their respective receptors and their central and systemic action. Thus, the present study investigated the possible correlations between vasotocinergic and mesotocinergic activity in birds with behavioral changes between thirst mechanism and water intake, through an experimental model developed with Japanese quails (Coturnix coturnix japonica), submitting the experimental groups an water deprivation. Male quails of approximately 50 days were used, maintained at a controlled temperature of 26 ± 2ºC, under a photoperiod of 12/12 hours, subdivided into 3 distinct groups (n = 6): Control Group (CTRL), Water Deprivation for 36 hours (PvH) and Water Deprivation for 36 hours with 2 hours of water presentation (IH-2h). We found that water deprivation was able to increase the water intake of the IH-2h group for all observed time intervals when compared to the CTRL group and the IH-2 group before deprivation (IH-2h after deprivation vs CTRL, p IH-2h after deprivation vs IH-2h before deprivation, p <0.0001). The PvH group showed a statistically significant difference when compared to the CTRL group in basal water intake at 120 minutes (PvH 3.56 ± 3.32 vs CTRL 0.79 ± 0.70; p = 0.002). There was a significant reduction in body weight in the PvH and IH-2h groups when considering the variation in weight gain before and after deprivation (PvH after deprivation vs CTRL, p <0.0001 and IH-2h after deprivation vs CTRL, p <0.0001). Thus, the present study was able to demonstrate positive results regarding water ingestive behavior and its possible influences on species body weight gain after water deprivation. Although the results of the plasma parameters evaluated in this study do not allow us to confirm that the vasotocinergic and mesotocinergic neuroendocrine control mechanisms are involved in water deprivation, but we suggest that the action of the hormones AVT and MT is extremely important in the body fluids control. Further studies are needed to elucidate the role of these and other hormones involved in the osmoregulation of Japanese quails.
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Teses |
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RAONI DA CONCEICAO DOS SANTOS
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A INFLUÊNCIA DA GRELINA SOBRE O COMPORTAMENTO E A ATIVIDADE DE NEURÔNIOS DO NÚCLEO PARAVENTRICULAR DO HIPOTÁLAMO E DA AMÍGDALA BASOLATERAL.
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Orientador : LUIS CARLOS REIS
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MEMBROS DA BANCA :
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DANILO LUSTRINO BORGES
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DAVID DO CARMO MALVAR
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ISIS HARA TREVENZOLI
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LUIS CARLOS REIS
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WELLINGTON DA SILVA CORTES
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Data: 15/02/2019
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Mostrar Resumo
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Dos-Santos, Raoni da Conceição.A INFLUÊNCIA DA GRELINA SOBRE O COMPORTAMENTO E A ATIVIDADE DE NEURÔNIOS DO NÚCLEO PARAVENTRICULAR DO HIPOTÁLAMO E DA AMÍGDALA BASOLERAL. 2018. 70p Tese (doutorado em Ciências Fisiológicas). Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde, Departamento de Ciências Fisiológicas, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, Rj, 2019.
A grelina é um hormônio orexigênico produzido pelo estômago. Além de seu efeito indutor da fome a grelina também afeta uma série de variáveis fisiológicas como o controle neuroendócrino, a função autonômica e cardiovascular, a resposta ao estresse os comportamentos análogo à ansiedade e depressão. O núcleo paraventricular do hipotálamo (PVN) e a amígdala basolateral (BLA) são núcleos encefálicos importantes na integração de diversos dos efeitos da grelina. Para elucidar os efeitos da grelina sobre a atividade de neurônios do PVN nós utilizamos registros eletrofisiológicos extracelulares e intracelulares em fatias de encéfalo ex vivo, e observamos que a grelina pode aumentar ou diminuir a frequência de disparos dos neurônios do PVN, porém, os efeitos excitatórios são diretos, enquanto os efeitos inibitórios são indiretos. Verificamos também que a grelina afeta a maioria dos neurônios desse núcleo sejam eles preautonômicos, neuroendócrinos parvocelulares ou neuroendócrinos magnocelulares; e que a maioria dos neurônios TRH, CRH e OT do PVN são hiperpolarizados pela grelina. Similarmente, realizamos registros intracelulares de neurônios da BLA e verificamos que a grelina é capaz de aumentar ou diminuir o potencial de membrana de neurônios deste núcleo. Em seguida, analisamos as alterações comportamentais causadas pela privação alimentar, um estímulo fisiológico que aumenta a grelina plasmática, e da administração exógena de grelina sobre os comportamentos análogos à ansiedade e sobre a atividade exploratória. Nestes experimentos verificamos que a privação alimentar diminui o comportamento análogo à ansiedade no labirinto em cruz elevado e não altera a atividade exploratória no campo aberto e no campo aberto modificado. No entanto, a grelina não afetou o comportamento análogo à ansiedade no labirinto em cruz elevado. Em conjunto os resultados descritos nessa tese demonstram que a grelina afeta núcleos encefálicos envolvidos com o controle de diversas funções fisiológicas, e provê um substrato neurobiológico para algumas funções deste hormônio. No entanto, não observamos efeitos comportamentais de grelina, o que sugere a necessidade de estudos futuros para elucidar a participação da grelina nas respostas comportamentais que medeiam a resposta à situações de déficit calórico, como a privação alimentar.
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Mostrar Abstract
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Dos-Santos, Raoni da Conceição.THE INFLUENCE OF GHRELIN ON BEHAVIOR AND THE ACTIVITY OF PARAVENTRICULAR HYPOTHALAMIC NUCLEUS AND BASOLATERAL AMYGDALA NEURONS. 2018.70pThesis (Doctorate in Physiological Sciences). Institute of Biological and Health Sciences, Department of Physiological Sciences, Federal Rural University of Rio de Janeiro, Seropédica, Rj, 2019.
Ghrelin is an orexigenic hormone produced by the stomach. Additional to its effects on food intake, ghrelin also affects a series of physiological variables, such as the neuroendocrine control, autonomic and cardiovascular function, the response to stress, and anxiety-like and depression-like behaviors. The paraventricular hypothalamic nucleus (PVN) and the basolateral amygdala (BLA) are brain nuclei involved in the integration of several of ghrelin’s effects. To elucidate the effects of ghrelin on the activity of PVN neurons we used extracellular and intracellular electrophysiological recordings in ex vivo brain slices and observed that ghrelin may increase or decrease the spike frequency of PVN neurons; however, the excitatory effects are direct while the inhibitory effects are indirect. We also observed that ghrelin affects the majority of neurons in this nucleus, whether they are pre-autonomic, neuroendocrine parvocellular or neuroendocrine magnocellular; and that the most TRH, CRH and OT PVN neurons are hyperpolarized in response to ghrelin. Similarly, we performed intracelular recordings in BLA neurons and showed that ghrelin increases or decreases the membrane potential in neurons in this nucleus. Next, we analyzed the behavioral alterations caused by food deprivation, a physiological stimulus that increases plasma ghrelin, and the exogenous administration of ghrelin on anxiety-like behaviors and exploratory activity. In these experiments we showed that food deprivation decreases anxiety-like behavior in the elevated plus maze and does not change exploratory activity on the open field and modified open field. However, ghrelin did not affect anxiety-like behavior in the elevated plus maze. Taken together the results described in this thesis showed that ghrelin affects brain nuclei involved in the control of several physiological functions, thus providing a neurobiological substrate for ghrelin’s effects for some functions of this hormone. However, we did not observe behavioral alterations caused by ghrelin, which suggests that future studies are necessary to elucidate the participation of ghrelin on the behavioral responses that mediate the response to situations of caloric deficits, such as food deprivation.
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BRUNO PAES LEME FERREIRA
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Participação dos receptores AT1 do órgão subfornical na integração entre o equilíbrio hidroeletrolítico e energético
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Orientador : ANDRE DE SOUZA MECAWI
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MEMBROS DA BANCA :
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ANDRE DE SOUZA MECAWI
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EMERSON LOPES OLIVARES
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NORMA APARECIDA ALMEIDA FIGUEIREDO DE OLIVEIRA
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RODRIGO CESAR RORATO
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EDUARDO REBELATO L. DE OLIVEIRA
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Data: 30/07/2019
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Embora classicamente envolvido no controle cardiovascular e equilíbrio hidromineral, o sistema renina-angiotensina (SRA) tem sido implicado no controle do balanço energético. A angiotensina II (ANG II), atuando em receptores do tipo 1 (AT1) pode alterar a ingestão alimentar e o ganho de peso em modelos para indução de obesidade. Um dos principais locais de ação da ANG II circulante no sistema nervoso central é o órgão subfornical (SFO), desprovido de barreira hematoencefálica e relacionado com o controle de diversas funções autonômicas, comportamentos motivados e do metabolismo energético. Assim, nossa hipótese é que a ANG II pode atuar em receptores AT1 para promover o controle integrado do metabólico e hidroeletrolítico em desafios à homeostase energética. Tem-se três objetivos principais: a) investigar se um mesmo neurônio do SFO é sensível a ANG II e glicose, e se a concentração de glicose influencia a resposta à ANG II; b) avaliar se a privação alimentar, como estímulo hipoglicemiante, pode alterar a atividade do SRA circulante e a expressão de AT1 no SFO; c) e avaliar se a ANG II via receptores AT1 influência a ingestão de ração e/ou água após a privação alimentar. Para tal, foram usados ratos machos Sprague-Dawley e Wistar e todos os procedimentos foram aprovados por comitês de ética em uso de animais experimentais, respectivamente Queen’s University 2017-1735 e FMRP-USP 229/18. Observou-se que neurônios do SFO que respondem a ANG II podem ser encontrados em populações de diferentes fenótipos de glicossensibilidade, podendo ser tanto não glicossensiveis (43%), como glicoexcitáveis (52%) ou glicoinibidos (71%). Cultura de células do SFO mantidas em diferentes concentrações de glicose por 1, 6 e 24 horas não apresentaram diferença na expressão de receptores AT1. Mesmo assim, estudos eletrofisiológicos de patch-clamp de neurônios isolados do SFO mostraram que aproximadamente 31% (n=4/13) das células testadas não respondiam a ANG II a 5mM de glicose e passavam a apresentar despolarização a 10mM de glicose. Isso sugere uma inter-relação entre o estado metabólico do organismo e a forma como o sistema nervoso central responde à ANG II. A privação de alimentos induziu o aumento da concentração plasmática de ANG II e do mRNA para receptores AT1a no SFO. O tratamento com losartana, um antagonista AT1, em baixas doses na água de beber durante 48h de jejum atenuou a queda da glicemia. Quando os animais receberam comida, apenas uma tendência de aumento da ingestão alimentar foi observada aos 60 min no grupo tratado com losartana na água. Entretanto, neste mesmo tempo, foi observada uma redução significativa da ingestão de água. Ainda, microinjeções intracerebroventriculares (i.c.v.) de losartana mostram uma significativa diminuição da ingestão comida e água após 12 horas em condições basais, mas depois de jejum de 48 horas apenas a ingestão de água foi significativamente reduzida pelo tratamento com losartana i.c.v. Assim, podemos concluir que SRA encontra-se ativado em condições de jejum, acompanhado de aumento na expressão de AT1 no SFO, e está relacionado com a ingestão de água durante a alimentação, como um importante mecanismo de manutenção do volume e osmolalidade do líquido extracelular durante a ingestão de alimentos.
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Mostrar Abstract
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Although classically involved in cardiovascular control and hydromineral balance, the renin-angiotensin system (SRA) has been implicated in energy balance control. Angiotensin II (ANG II) stimulating its type 1 receptor (AT1) may change body weight and food ingestion in some experimental models of obesity. One of the main sites of action of circulating ANG II is the subfornical organ (SFO), a circumventricular organ related to the control of several autonomic functions, motivated behaviors, and energetic metabolism. Thus, our hypothesis is that ANG II may act on AT1 receptors to promote an integrate control of metabolic and hydroelectrolytic balance during challenges of energetic homeostasis. This thesis aims three main goals: a) investigate if a same SFO neuron is sensitive to ANG II and glucose, and if glucose concentration may influence this cell’s response to ANG II; b) evaluate if food deprivation, as a hypoglycemic stimulus, may alter systemic SRA activity and AT1 expression at SFO; c) and evaluate if ANG II through AT1 may influence food and/or water ingestion after food deprivation. Male Wistar and Sprague-Dawley male rats were used and all procedures have been approved by ethics committees in experimental animal use, respectively: Queen’s University 2017-1735 and FMRP-USP 229/18. SFO neurons that responded to ANG II may be found in different phenotype populations of glucosensing, either non-glucosensitive (43%), glucoexcited (52%) or glucoinhibited (71%). Cultures of SFO cells grown at different glucose concentrations for 1, 6 or 24h did not change expression of AT1 receptors. Nevertheless, electrophysiological studies, shows that approximately 31% (n=4/13) of tested SFO neurons didn’t responded to ANG II at 5mM glucose medium but depolarized to ANG II at 10mM. It suggests that metabolic state of the organism may change the way the central nervous system respond to ANG II. Food deprivation lead to and increased plasmatic concentration of ANG II and of mRNA for AT1a receptors at SFO. Treatment with losartan (an AT1 blocker) at low doses in drinking water, for 48h fasting attenuated the glycemic drop. After access to food was reestablished, there’s only a tendency of decrease of food ingestion at 60 min in the group treated with losartan. By that same one-hour period, this same group exhibited a significative reduction in water intake. Yet, after 12 hours of intracerebroventricular (i.c.v.) microinjections of losartan lead to food and water ingestion decrease in basal condition, while after a 48h fasting, only water ingestion was significantly decreased 12h after losartan i.c.v. Though we might conclude that SRA is activated in fasting conditions, followed to an increase in AT1 expression at SFO, which is related to water ingestion during feeding, as an important mechanism of maintenance of volume and osmolality of extracellular fluid during food ingestion.
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