Banca de DEFESA: THAMARA PEIXOTO MENDONÇA

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : THAMARA PEIXOTO MENDONÇA
DATA : 26/08/2021
HORA: 09:00
LOCAL: Departamento de Fitotecnia - vídeo conferência
TÍTULO:

Influência do alumínio na germinação de sementes e no crescimento inicial de espécies arbóreas


PALAVRAS-CHAVES:

 Alumínio, germinação, espécies florestais 


PÁGINAS: 150
RESUMO:

No mundo atual a cada dia, as espécies florestais adquirem importância para o meio ambiente, seja por sequestrar carbono ou para fornecer matéria prima. Diferente das espécies de anuais, alimentícias e de pinus e eucalipto, não existem muitas informações sobre a germinação e o efeito do alumínio.  Este elemento químico é um importante fator limitante ao desenvolvimento vegetal em solos ácidos, especialmente na sua forma Al+++ . Este estudo foi dividido em duas fases. Na primeira fase, foram realizados 5 experimentos de germinação em BDO utilizando doses crescentes de cloreto de alumínio (0, 50, 100, 200 e 400 µM) de  com as espécies as florestais: jacarandá (Dalbergia nigra (Vell.) Allemao ex Benth.), sabiá (Mimosa caesalpiniifolia Bentham), mimosa de canga (Mimosa acustitioula Bentham), eritrina (Erythrina verna Vell.) e ingá (Inga laurina (Sw.) Willd.), avaliando percentagem de germinação (%G), índice de velocidade de germinação (IVG), massa seca de raiz e parte aérea, teor de água na semente, pH, condutividade elétricas, teor de açucares, prolina, proteina, atividades da peroxidase e alfa amilase, teor de Ca, Mg, K e P na solução. Na segunda fase instalados mais 6 experimentos em solução nutritiva simples ou completa com doses crescentes de cloreto de alumínio (0,50,100, 200, 400 e 800 µM) utilizando as espécies acima. Foram avaliados o comprimento radicular, taxa de crescimento radicular (TCR), elongação radicular relativa (ERR%), massas de raiz e parte área. Os resultados sugeriam que o alumínio não influenciou a % G em todas as espécies testadas, mas influenciou o IVG em sabiá e jacarandá da Bahia. A absorção de água em eritrina e sabiá não foram influenciadas por Al, mas a presença deste elemento na solução aumentou os exsudados e os de teores de açucares, Ca, Mg, P e K, pH e condutividade elétrica na solução. Houve influência do alumínio e do tempo de embebição no teor de prolina, proteína e atividades da guaiacol peroxidase e α-amilase.Verificou-se que para ingá os efeitos do alumínio foram mais expressivos em solução completa, para esta espécie o alumino influenciou o CR, TCR e massa seca de parte aérea, não correu nodulação em nenhum tratamento. Em eritrina houve influência do alumínio, CR, TCR, ERR, massa seca de raiz e parte aérea, volume de raiz, área de raiz e na nodulação e em plantas de sábia os efeitos do alumínio não ficaram muito claros para esta espécie, sugerindo uma alta tolerância a este elemento.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 387256 - JORGE JACOB NETO
Externo ao Programa - 2870981 - ALEXANDRE PORTO SALMI
Externa à Instituição - ANA CRISTINA SIEWERT GAROFOLO - EMBRAPA
Externa à Instituição - JOICE DE JESUS LEMOS - IFRR
Externa à Instituição - SILVIA REGINA GOI - UFRRJ
Notícia cadastrada em: 13/08/2021 14:53
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