Banca de DEFESA: DANIEL ANANIAS REIS DE CAMPOS

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : DANIEL ANANIAS REIS DE CAMPOS
DATA : 05/03/2024
HORA: 13:00
LOCAL: On line
TÍTULO:

DESENVOLVIMENTO DE BIOSSENSOR ELETROQUÍMICO NANOESTRUTURADO COM PEROXIDASE DE EXTRATO DE MAXIXE (Cucumis anguria L.) PARA DETERMINAÇÃO DE DOPAMINA


PALAVRAS-CHAVES:

Biossensor, maxixe, nanotubos de titanato, nanopartículas magnéticas, dopamina.


PÁGINAS: 144
RESUMO:

Biossensores se encontram entre um dos maiores avanços científicos das últimas décadas, uma vez que permitem testes rápidos para inúmeros analitos, sejam estes importantes em diagnósticos clínicos ou na determinação de contaminantes ambientais. A peroxidase é uma das enzimas mais empregadas em pesquisas de biossensores amperométricos. Por isso é cada vez mais importante avançar no conhecimento das aplicações dessa enzima e em fontes alternativas à peroxidase comercial (HRP) de Amoracia rusticana. Neste trabalho, o extrato de maxixe (Cucumis anguria) foi selecionado e usado como fonte da enzima peroxidase para a imobilização em nanotubos de titanato (NTT) e em nanopartículas magnéticas de óxido de ferro (NPM). Na segunda parte da tese, foram construídos biossensores com o extrato de maxixe filtrado e concentrado (NTTP-F e NTTP-R) e um com a peroxidase comercial (NTT-HRP). Os biossensores construídos foram empregados na quantificação de dopamina em produto farmacêutico (5,00 mg mL-1). Foi necessário a aplicação de um potencial de -0,30 V por 5 s antes de cada varredura de VOQ para promover a dessorção do analito da superfície do biossensor. Para o biossensor NTTP, a curva de calibração obtida foi de 4,98 a 65,4 μmol L-1, com LD de 2,46 μmol L-1. Para o biossensor NPMP, a curva de calibração obtida foi de 4,98 a 61,0 μmol L-1, com LD de 2,11 μmol L-1. Na determinação e dopamina na ampola comercial, o biossensor NTTP apresentou o intervalo de confiança foi de 5,04 ± 0,06 mg mL-1 (ER = +1,2%) e, o biossensor NPMP, 4,76 ± 0,04 mg mL-1 (ER = -4,8%). O biossensor NTTP apresentou melhores resultados comparado aos resultados obtidos usando o biossensor NPMP em relação a: sinal maior, melhor repetitividade, curva de calibração um pouco mais ampla e maior exatidão no experimento de adição de padrão. Os biossensores NTTP-R, NTTP-F e NTT-HRP apresentaram a mesma faixa linear da curva de calibração, de 4,98 a 56,6 μmol L-1, com LDs de 1,20, 1,04 e 1,83 μmol L-1, respectivamente. Na determinação de dopamina na ampola comercial, o biossensor NTTP-F apresentou o intervalo de confiança de 5,47 ± 0,09 mg mL-1 (ER = +10%). O biossensor NTTP-R, 5,0 ± 0,2 mg mL-1 (ER = 0%) e, o biossensor NTT-HRP, 5,0 ± 0,4 mg mL-1 (ER = 0%). No teste de interferente feito com ureia 10 g L-1, o biossensor NTTP-R obteve a menor perda de sinal. Por fim, os NTT apresentaram melhores características eletroquímicas que as NPM. Embora bem semelhantes, o biossensor NTTP-R apresentou melhores resultados do que o NTTP-F e do que o biossensor NTT-HRP. Os biossensores construídos com extrato de maxixe não apresentaram grandes diferenças do biossensor construído com HRP. Porém o biossensor NTTP-R apresentou melhores características do que o NTT-HRP e do que o NTTP-F.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 3103346 - JOAO VICTOR NICOLINI
Interno - 1144471 - IDIO ALVES DE SOUSA FILHO
Externa ao Programa - 1125852 - ELIANE PEREIRA CIPOLATTI - UFRRJExterno à Instituição - TITO LÍVIO MOITINHO ALVES - UFRJ
Externa à Instituição - ANDREA MEDEIROS SALGADO - UFRJ
Notícia cadastrada em: 26/02/2024 09:53
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