Banca de DEFESA: VANESSA MORAES RAMALHO CASTRO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : VANESSA MORAES RAMALHO CASTRO
DATA : 18/07/2018
HORA: 09:30
LOCAL: UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO
TÍTULO:

Tolerância de Lactobacillus ao Estresse Oxidativo em Presença de Leite e Mel

 


PALAVRAS-CHAVES:

probióticos, mel e leite, estresse oxidativo


PÁGINAS: 61
RESUMO:

Prebióticos são substâncias que afetam beneficamente o hospedeiro ao estimular seletivamente o crescimentoe/ou a atividade de uma ou de um número limitado de bactérias no cólon; as bactérias probióticas. Pesquisas têm demonstrado que o mel e o leite são matrizes que auxiliam na viabilidade dos probióticos durante o armazenamento, assim como melhoram seu metabolismo. Lactobacilos são beneficiados em ambientes com baixo potencial redox e a presença de compostos antioxidantes é importante neste contexto. As matrizes alimentícias leite e mel são ricas em antioxidantes, mas o papel destas substâncias antioxidantes sobre a atividade prebiótica ainda não foi determinado. Dessa forma, o objetivo do presente trabalho foi estudar a tolerância de lactobacilos ao estresse oxidativo induzido por peróxido de hidrogênio em presença das matrizes alimentícias leite e mel. Para esse propósito, ensaios de viabilidade celular foram realizados com e sem a adição de peróxido de hidrogênio (H2O2), em três diferentes matrizes: solução salina, solução de mel a 5% ou leite desnatado reconstituído a 12%.Também foi avaliado o efeito do estresse oxidativo causado pela exposição dos lactobacilos ao peróxido de hidrogênio na peroxidação lipídica de diferentes probióticos (L. paracasei, L. rhamnosus, L. acidophilus e S. bourlardii). A matriz leite propiciou proteção para as cepas de L. paracasei e L. rhamnosus, cuja viabilidade foi equivalente a da cultura não estressada . Este efeito protetor do leite não foi observado na sobrevivência da cepa de L. acidophillus, que foi a mesma independente da matriz. A exposição ao peroxido não afetou a viabilidade da levedura S. bourlardii. O mel florada assa-peixe na concentração de 5% não manteve a viabilidade dos microrganismos probióticos expostos ao peróxido de hidrogênio e, pelo contrario, causou redução significativa na viabilidade da cepa de L. rhamnosus (P<0,001). Foi observado menor peroxidação lipídica, expressa em malonaldeído, decorrente da exposição ao peróxido com os microrganimos L. acidophilus e L. rhamnosus, mas este marcador não mostrou relação com a viabilidade. Apesar de serem todos produtores de H2O2 quando cultivados em solução de mel, supõe-se que bactérias probióticas tenham mecanismos diferentes para evitar os efeitos tóxicos dos radicais reativos causados pelo H2O2 adicionado exogenamente.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - ANDRE FIORAVANTE GUERRA - IFRJ
Externo à Instituição - JANINE PASSOS LIMA DA SILVA - EMBRAPA
Presidente - 359403 - ROSA HELENA LUCHESE
Notícia cadastrada em: 11/07/2018 09:32
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