Banca de QUALIFICAÇÃO: TALITA KESIA DE ALMEIDA E SILVA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : TALITA KESIA DE ALMEIDA E SILVA
DATA : 16/12/2020
HORA: 14:00
LOCAL: Plataforma Teams
TÍTULO:

SANITIZANTES ALTERNATIVOS PARA ALFACE MINIMAMENTE PROCESSADA ORIUNDA DE DIFERENTES CULTIVOS: CONVENCIONAL, ORGÂNICO E HIDROPÔNICO


PALAVRAS-CHAVES:

Biossanitização; Bacterocinas; Ácido Lático


PÁGINAS: 43
RESUMO:

A alface é uma das hortaliças mais consumidas e produzidas no Brasil, através de cultivos convencionais, orgânicos e hidropônicos. Devido a crescente demanda por alimentos saudáveis, o consumo dessas hortaliças tendem a aumentar. No entanto, os consumidores buscam alimentos práticos, impulsionando a produção de vegetais minimamente processados, que são vegetais frescos e higienizados, prontos para o consumo. É necessário atentar-se a contaminação desses alimentos, principalmente por microrganismos patogênicos, como Escherichia coli, Staphylococcus aureus e Salmonella spp. Para garantia da segurança dos vegetais minimamente processados, comumente, realiza-se a sanitização à base de cloro, devido ao baixo custo e praticidade na aplicação. Porém, o cloro tem características corrosivas, toxica e com eficiência limitada na sanitização. Portanto, este trabalho busca avaliar sanitizantes alternativos ao cloro como as bacteriocinas e o ácido lático. As alfaces minimamente processadas serão submetidas às sanitizações com Nisina (0,5%); Nisina (0,5%) + EDTA (0,02M); Nisina (0,5%) + EDTA (0,02M) + Natamicina (0,2%); Natamicina (0,2%) e ácido lático (2%). Todas as sanitizações serão por imersão com duração de 5 minutos. A eficiência das sanitizações será avaliada por meio das analises microbiológica para detecção de Salmonela spp., Enterobacteriaceae, E. coli, Contagem total de aeróbios mesófilos e bolores e leveduras. Será avaliada também a vida útil das alfaces que apresentarem melhores resultados nos tratamentos sanitizantes.

A alface é uma das hortaliçasmais consumidas e  mais consumidas produzidas e produzidas nono Brasil,  na forma atravésdede cultivos  convencionaisl, orgânicos  e hidropônicos. D. Devido a crescente demanda por alimentos saudáveis, o consumo de hortaliças, como alface, tendemo consumo dessas hortaliças tendem a aumentar. No entanto, os consumidores buscam alimentos práticos, impulsionando a produção de vegetais minimamente processados, que são vegetais frescos e higienizados, prontos para o consumo. É necessário atentar-se a contaminação desses alimentos,  principalmente por microrganismos patogênicos, como Escherichia colii O157:H7, Staphylococcus aureus Listeria monocytogenese e Salmonella spp. Para garantia da segurança dos vegetais minimamente processadosprevenção, comumente, realiza-se a sanitização à base de cloro, como as soluções de hipoclorito,devido  devido ao baixo custo e praticidade nade aplicação. Porém, o cloro tem características corrosivas, toxica e com eficiência limitada na sanitização.  Portanto, O objetivo desteeste trabalho buscaé avaliar sanitizantes alternativos ao cloro como as bacteriocinas e o ácido lático.As alfaces minimamente processadas serão submetidas às sanitizaçõesão com Nisina (0,5%); Nisina (0,5%) + EDTA (0,02M); Nisina (0,5%) + EDTA (0,02M) + Natamicina (0,2%); Natamicssina (0,2%) e ácido lático (2%). Todas as sanitizações serão por imersão com duração de 5 minutos. Aeficiência das sanitizações seráe será avaliada por meio das analises a qualidade microbiológica para através das análises detecção de Salmonela spp., de Coliformes termotolerantesEnterobacteriaceae, Salmonela spp.,E. coli, Contagem total de aeróbios mesófilos e Listéria monocytogenes, e bolores e leveduras. Será avaliada também a vida útil das alfaces que apresentarem melhores resultados nos tratamentos sanitizantes.

 


MEMBROS DA BANCA:
Interna - 359403 - ROSA HELENA LUCHESE
Externo à Instituição - EDUARDO HENRIQUE MIRANDA WALTER
Notícia cadastrada em: 16/12/2020 17:57
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