Banca de DEFESA: KARLA GEOVANNA PEREIRA NASCIMENTO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : KARLA GEOVANNA PEREIRA NASCIMENTO
DATA : 08/03/2024
HORA: 15:00
LOCAL: Instituto de Veterinária - Online
TÍTULO:

Avaliação imuno-histoquimica de células CD123+ em linfonodos de espécies animais


PALAVRAS-CHAVES:

CD123, células dendríticas plasmocitoides, patologia


PÁGINAS: 60
RESUMO:

As células dendríticas plasmocitoides (pDCs) representam um subgrupo de células dendríticas presentes no sangue periférico e em órgãos linfoides. Estas células são identificadas pela alta expressão do receptor da cadeia α da interleucina-3 (IL-3Rα) e produzem grandes quantidades de interferon tipo-I (IFN-I), mediando a resposta imune. Na imunohistoquímica, o marcador utilizado para a detecção deste tipo celular é o anticorpo anti-CD123. As células dendríticas plasmocitoides se tornaram alvo de estudos na medicina humana para o diagnóstico e desenvolvimento de terapias anti tumorais de neoplasias de origem hematológica, processos inflamatórios e doenças autoimunes, e na medicina veterinária, pouco se sabe sobre a existência das células dendríticas plasmocitoides e sua distribuição em tecido linfoide normal. Em cães, há apenas um trabalho que utilizou o anticorpo anti-CD123 para imunomarcação de pDCs em tumores mamários de cadelas, associando a sua presença com um pior prognóstico tumoral. Desta forma, esse estudo pretende verificar se este marcador é eficiente para detecção de células CD123+ em linfonodos de cães, gatos, bovinos e equinos e, se nestas espécies, a distribuição é similar à observada em humanos. Realizou-se exame imunohistoquímico com anticorpo anti-CD123 monoclonal e policlonal em 10 amostras das espécies bovina, felina e canina, e 5 amostras da espécie equina. Os resultados obtidos com anticorpo monoclonal não foram satisfatórios nos linfonodos animais. Já com anticorpo policlonal, células CD123+ foram evidenciadas agrupadas em clusters ou individualizadas de forma predominante no paracórtex de praticamente todas as amostras de caninos (10/10) e bovinos (8/10). Em felinos os resultados foram negativos em todos os linfonodos e em equinos os resultados foram desconsiderados pela presença de hemossiderina. Concluiu-se que o CD123 é um marcador válido para uso em animais, e que estas células, assim como em humanos distribuem-se mais frequentemente na região paracortical do linfonodo.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 3247698 - TICIANA DO NASCIMENTO FRANCA
Interna - 2606155 - VIVIAN DE ASSUNCAO NOGUEIRA CARVALHO
Externa ao Programa - 3377607 - APARECIDA ALVES DO NASCIMENTO - UFRRJExterna à Instituição - CLARICE MACHADO DOS SANTOS - UFF
Externa à Instituição - VALIRIA CERQUEIRA DUARTE - UFPA
Notícia cadastrada em: 06/03/2024 14:04
SIGAA | Coordenadoria de Tecnologia da Informação e Comunicação - COTIC/UFRRJ - (21) 2681-4638 | Copyright © 2006-2026 - UFRN - sig-node3.ufrrj.br.producao3i1