Banca de QUALIFICAÇÃO: CECILIA AZEVEDO DIAS LOPES

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : CECILIA AZEVEDO DIAS LOPES
DATA : 09/06/2025
HORA: 09:00
LOCAL: Sala 54
TÍTULO:

Novas abordagens diagnósticas no distúrbio no distúrbio mineral e ósseo na doença renal crônica canina


PALAVRAS-CHAVES:

distúrbio mineral e ósseo, hiperparatireoidismo secundário renal, osteodistrofia fibrosa, penetrômetro


PÁGINAS: 78
RESUMO:

A doença renal crônica (DRC) é uma enfermidade com relevante prevalência e causa importante de perda de qualidade de vida e de longevidade de cães e gatos. A diminuição das funções renais cursa com uma série de alterações na homeostase do organismo e consequências clínicas nos animais acometidos, cujo aparecimento e gravidade podem variar de acordo a severidade e cronicidade da DRC. O distúrbio metabólico mineral e ósseo relacionado à DRC (DMO-DRC) tem tido interesse renovado pela nova concepção do tecido ósseo com grande importância endócrina no processo. O DMO-DRC pode resultar em perda de densidade mineral óssea e, com maior gravidade, em substituição de tecido ósseo por tecido fibroso. Como resultado, pode haver desenvolvimento de fraturas patológicas, dor e perda da qualidade de vida, motivando muitas vezes a eutanásia dos animais acometidos. Técnicas diagnósticas disponíveis na medicina humana para avaliação das repercussões do DRC-DMO no tecido ósseo, tais como exames de imagem avançados de avaliação óssea e de biomarcadores séricos, não estão disponíveis na rotina clínica para uso em pequenos animais. A densitometria óptica digital é uma técnica simples e de fácil execução, que pode ser útil na avaliação da densidade óssea mineral em cães com DRC, bem como a avaliação de sua correlação com biomarcadores séricos disponíveis na rotina clínica. Assim, o presente projeto de pesquisa tem como objetivo avaliar a sensibilidade da densitometria óptica digital na detecção de diminuição da densidade mineral óssea em cães com diferentes estádios de doença renal crônica. E também sua correlação com os biomarcadores séricos fosfatase alcalina total e de fração óssea, cálcio total, cálcio iônico, fósforo, ureia, creatinina e albumina. Espera-se dessa forma, contribuir para metodologias inéditas e acessíveis de diagnóstico e acompanhamento do DMO-DRC em cães.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2572430 - CRISTIANE DIVAN BALDANI
Interno - 1120060 - ALEXANDRE JOSE RODRIGUES BENDAS
Interno - 1151827 - BRUNO RICARDO SOARES ALBERIGI DA SILVA
Externo ao Programa - ***.318.627-** - CRISTIANO CHAVES PESSOA DA VEIGA - UFRRJ
Notícia cadastrada em: 07/05/2025 08:59
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