Banca de QUALIFICAÇÃO: THAYSE LIMA DE BARROS

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : THAYSE LIMA DE BARROS
DATA : 24/06/2019
HORA: 13:00
LOCAL: Area de Reprodução Animal
TÍTULO:

USO DE ÉGUAS RECEPTORAS DE EMBRIÃO CÍCLICAS E ACÍCLICAS SUBMETIDAS A DIFERENTES PROTOCOLOS HORMONAIS


PALAVRAS-CHAVES:

Palavras-chave: hormonioterapia, estrógeno, progesterona, receptoras, acíclicas.


PÁGINAS: 10
RESUMO:

O Brasil se tornou um polo de referência de estudos na aplicação de biotécnicas utilizadas na reprodução equina, como a Transferência de Embriões (TE) e a Inseminação Artificial (IA). A TE possibilitou a exploração máxima de animais que possuem alto valor genético e essa técnica vem crescendo bastante. Normalmente as propriedades rurais e centrais de transferência de embriões, fornecem manejos diferenciados para doadoras e receptoras, principalmente em relação à nutrição. Isso faz com que as doadoras iniciem as atividades reprodutivas antes das receptoras e haja um número inferior de receptoras aptas a receberam o embrião. Devido a isto, estudos que visam a utilização de éguas que estejam fora do período cíclico, como receptoras de embriões, durante a fase onde já tenham doadoras ciclando, se tornam valiosos. A atividade ovariana também sofre influência devido ao fotoperíodo, outro fator limitante. Sendo assim, o uso de receptoras acíclicas é uma alternativa eficaz na reprodução equina, pois antecipa a estação de monta e diminui o manejo de éguas receptoras. Com base no exposto, o presente trabalho tem o intuito de estudar diferentes protocolos hormonais, compostos por estrógenos e progestágenos administrados em números de dias diferenciados, em éguas cíclicas e acíclicas com o intuito de mimetizar o ambiente hormonal uterino, daquelas éguas que se tornaram gestantes por meios naturais e possivelmente se estabelecer uma gestação nessas éguas. Serão utilizadas 42 éguas, advindas do Setor de Reprodução Equina do Departamento de Reprodução e Avaliação Animal (DRAA) e das Matrizes do Setor de Equinos da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), as mesmas classificadas em cíclicas na fase de diestro, sendo estas confirmadas através da identificação de um corpo lúteo e éguas acíclicas, onde não houver corpo lúteo nem folículos pré ovulatórios. As éguas serão examinadas por exames clínicos (palpação retal), ultrassonografia, com transdutor linear 5,0 Megahertz (Mindray DP2200). As mesmas serão divididas em dois grupos (acíclicas e cíclicas) e estes subdivididos em três (G1, G2 e G3), onde serão instituídos três protocolos hormonais diferentes. No qual, o G1 receberá administração intramuscular de cipionato de estradiol em doses decrescentes (10mg e 5 mg) durante dois dias consecutivos e administração intramuscular  de 1500mg de LA P4  no quarto dia após o início do protocolo, o G2 receberá administração intramuscular de cipionato de estradiol em doses decrescentes (10mg, 5mg e 2.5mg) durante três dias consecutivos e administração intramuscular  de 1500mg de LA P4 no quinto dia após o início do protocolo e o G3 receberá administração intramuscular de cipionato de estradiol em doses decrescentes (10mg, 7.5mg, 5mg e 2,5mg) durante quatro dias consecutivos e administração intramuscular  de 1500mg de LA P4 no sexto dia após o início do protocolo

Do quarto ao sétimo dia após o termino dos protocolos, as receptoras estarão aptas a receber o embrião e será aplicado novamente P4. Após sete dias será feito o diagnóstico de gestação através da ultrassonografia. Os dados serão analisados utilizando-se ANOVA, seguido do teste de Tukey de comparação de médias, utilizando uma significância de P<0,05.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1548043 - MARCO ROBERTO BOURG DE MELLO
Interno - 1201559 - VERA LUCIA TEIXEIRA DE JESUS
Externo à Instituição - ALINE EMERIM PINNA - UFF
Notícia cadastrada em: 03/07/2019 14:36
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