ALTERAÇÕES COMPORTAMENTAIS E NEUROENDÓCRINAS EM CAMUNDONGOS SOB OS STATUS DE HIPERCORTISOLEMIA X HIPOCORTISOLEMIA
ESTRESSE, CAMUNDONGOS, ADRENAIS, TIREOIDE
O estresse vem recebendo grande enfoque nas ultimas décadas, como sendo importante precursor de diversas patologias, por alterar diretamente a homeostase. As manifestações de estresse ocorrem de diversas maneiras, sejam elas alterações comportamentais ou fisiológicas. Indivíduos submetidos a situações estressantes rotineiramente, desenvolvem o estresse crônico, com efeitos ainda mais deletérios ao organismo. A mobilização constante dos mecanismos de estresse como ocorre durante o estresse crônico é extremamente prejudicial ao equilíbrio do corpo, devido as ações de seus subtratos em diversos tecidos, podendo a longo prazo causar danos graves e ou irreversíveis. Cada vez mais patologias vêm sendo descritas como oriundas do estresse agudo ou crônico e o hipotireoidismo pode ser uma delas, tratando-se de uma doença que acomete um numero grande de indivíduos, torna-se importante elucidar se o estresse pode ser um possível indutor do mesmo, e de que forma se desenvolve. Com intuito de mimetizar as condições de hiper e hipo atividade do eixo hipotálamo hipófise adreanal os animais foram submetidos a injeções de dexametasona durante períodos de tempo diferentes, com posterior analise comportamental e neuroendócrina dos eixos hipotalomo hipófise tireoide e hipotálamo hipófise adrenal. Foram avaliados 3 grupos (dexametasona 10 dias + interrupção ; dexametasona 10 dias; adrenalectomia) todos os grupos com seus respectivos controles. Os animais foram submetidos aos testes comportamentais (campo aberto, labirinto em cruz elevado, suspensão pela cauda e esquiva passiva) e os marcadores neuroendócrinos avaliados foram corticosterona, TSH e T4.