Banca de DEFESA: GLAUCE VAZ DINIZ ARAÚJO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : GLAUCE VAZ DINIZ ARAÚJO
DATA : 13/06/2018
HORA: 14:00
LOCAL: Salão Verde do Instituto de Veterinária
TÍTULO:

Análise unidimensional dos ventrículos laterais e terceiro ventrículo de cães da raça poodle através da tomografia computadorizada


PALAVRAS-CHAVES:

 Tomografia computadorizada, sistema ventricular encefálico, cães


PÁGINAS: 48
RESUMO:

ARAÚJO, Glauce Vaz Diniz. Análise unidimensional dos ventrículos laterais e terceiro ventrículo de cães da raça poodle através da tomografia computadorizada. 2018. 48p Dissertação (Mestrado em Medicina Veterinária, Patologia e Ciências Clínicas). Instituto de Veterinária, Departamento de Anatomia Animal e Humana, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, RJ, 2018.


O estudo do Sistema Nervoso dos animais domésticos, in vivo, vem crescendo na Medicina Veterinária à medida que novas técnicas diagnósticas como a Tomografia Computadorizada (TC) tem se tornado realidade. Entretanto, apesar de tal tecnologia disponível, ainda são escassos na literatura valores padronizados do sistema ventricular, nos diferentes morfotipos de crânio e raças de cães, no que diz respeito à avaliação tomográfica. Frente a esses fatos, o presente estudo teve como objetivo a avaliação morfométrica quantitativa e qualitativa dos ventrículos laterais e terceiro ventrículo de 55 cães mesaticefálicos da raça Poodle, sem alteração encefálica, de ambos os gêneros e em diversas faixas etárias. Foi realizado um estudo retrospectivo de imagens tomográficas, adquiridas no período de março de 2012 a março de 2017, no centro de diagnóstico por imagem Radio Vet, localizado na cidade do Rio de Janeiro. O intuito do estudo foi de contribuir para a padronização das medidas lineares de altura e largura dos ventrículos laterais e terceiro ventrículo, bem como fornecer valores de proporção entre o sistema ventricular e o encéfalo, além da correlação entre as alturas do encéfalo e crânio com a altura dos ventrículos laterais. Na análise qualitativa, o objetivo foi avaliar a existência de assimetria ventricular subjetiva em cães sem alteração encefálica, da raça supracitada. Como resultado, pode-se concluir que não houve diferença estatística entre os antímeros direito e esquerdo quando comparadas às médias de altura e largura dos ventrículos laterais em todos os grupos do estudo. A média para altura ventricular direita no grupo M1 foi 5.18 mm ± 0.70, no M2 foi 6,06 mm ± 1,53, no F1 foi 6,20 mm ± 1,77 e no F2 foi 6,47 mm ± 1,45. A média para altura ventricular esquerda no grupo M1 foi 4,74 mm ± 1,29, no M2 foi 6,05 mm ± 1,30, no F1 foi 5,37 mm ± 1,96 e no F2 foi 6,03 mm ± 1,77. Com relação à largura ventricular, a média para o ventrículo direito no grupo M1 foi 6,24 mm ± 1,59, no M2 foi 7 mm ± 1,28, no F1 foi 6,47 ± 1,45 e no F2 foi 7,18 ± 1,33. A média para a largura do ventrículo esquerdo no grupo M1 foi 6,12 mm ± 1,36, no M2 foi 7,37 mm ± 1,03, no F1 foi 6,9 mm ± 1,15 e no F2 foi 7,15 ± 1,47. O terceiro ventrículo apresentou como média de altura no grupo M1 3,13 mm ± 0,63, no M2 3,33 mm ± 0,91, no F1 3,7 mm ± 0,29 e no F2 3,56 ± 0,54. Com relação à média da largura do terceiro ventrículo no grupo M1 foi 2,4 mm ± 0,56, no M2 foi 2,94 mm ± 0,84, no F1 foi 3,01 mm ± 0,35 e no F2 foi 2,08 mm ± 0,8. A assimetria ventricular foi observada em 14,54% dos animais avaliados, sendo o aumento ventricular direito mais recorrente.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1281417 - LUCIANO DA SILVA ALONSO
Presidente - 2181722 - MARCELO ABIDU FIGUEIREDO
Externo à Instituição - SIRIA DA FONSECA JORGE - OUTRO
Notícia cadastrada em: 12/06/2018 15:28
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