Banca de DEFESA: THAYSE LIMA DE BARROS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : THAYSE LIMA DE BARROS
DATA : 26/05/2021
HORA: 14:00
LOCAL: Reprodução Animal - DRAA - IZ - UFRRJ
TÍTULO:

ÉGUAS RECEPTORAS DE EMBRIÃO CÍCLICAS SUBMETIDAS A DIFERENTES PROTOCOLOS HORMONAIS


PALAVRAS-CHAVES:

estrógeno, progesterona, receptoras, éguas.


PÁGINAS: 10
RESUMO:

A transferência de embrião (TE) se tornou a biotecnologia mais difundida na reprodução equina, sendo utilizada em larga escala pelos haras e centrais de reprodução para obtenção de mais produtos por ano.  A sincronização do ciclo estral entre a receptora e a doadora é um ponto crítico dentro da técnica, tornando necessário a disponibilidade de no mínimo três éguas receptoras para cada doadora, para que pelo menos uma esteja apta a receber o embrião no dia da transferência. A combinação de estrógenos e progestágenos é utilizada em éguas receptoras de embrião acíclicas, em fase de transição ou quando há escassa disponibilidade de éguas receptoras, tornando necessária uma sincronia estreita entre a doadora e a receptora. O objetivo desse estudo foi comparar três protocolos hormonais, utilizando-se 17β estradiol e altrenogest, e avaliar as taxas de prenhez em éguas receptoras cíclicas. Foram analisados 24 ciclos de éguas da raça Mangalarga Marchador, divididos em três grupos contendo oito ciclos em cada. No qual, todas as éguas receberam 15 mg de PGF2α no primeiro dia de tratamento, G1 recebeu 17 beta estradiol no dia 1 (20mg), dia 2 (10mg) e 300 mg de altenogest no dia 3, G2 recebeu 17 beta estradiol no dia 1 (1omg), dia 2 (10mg), dia 3 (20mg), dia 4 (10mg) e 300 mg Altrenogest no dia 5, G3 recebeu 17 beta estradiol dia 1 (10mg), dia 2 (20mg) e 300 mg Altrenogest no dia 3. Quatro dias após o tratamento com Altrenogest, as receptoras estavam aptas a receber o embrião, sendo administradas 1500mg/animal de progesterona longa ação no dia em que foi realizada a TE. Após sete dias da TE, foi realizado o diagnóstico de gestação e nova aplicação de progesterona nas éguas gestantes, sendo esta realizada semanalmente até os 120 dias de gestação. Todos os grupos responderam as aplicações de estrógeno, sendo alcançado alto grau de edema em todas as éguas gestantes. Foi observado maior grau de edema uterino (p<0,05), nas éguas com diagnóstico de gestação negativos, no dia 3 de tratamento no G1 e G3 e no dia 4 no G2.  Não houve diferença estatística nas taxas de gestação nos três grupos estudados. Sendo assim, os três protocolos estão aptos a serem utilizados na rotina prática do médico veterinário de reprodução equina.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2202309 - JULIO CESAR FERRAZ JACOB
Interno - 1548043 - MARCO ROBERTO BOURG DE MELLO
Interna - 1201559 - VERA LUCIA TEIXEIRA DE JESUS
Externo à Instituição - GUSTAVO MENDES GOMES - UV
Externa à Instituição - PRISCILLA NASCIMENTO GUASTI
Notícia cadastrada em: 25/05/2021 16:33
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