“Calma que dá tempo”: As mulheres de preso e a manutenção de suas conjugalidades
mulheres, preso, cuidado
Nesta pesquisa busco investigar relações de cuidado que aparecem entre as mulheres de preso do
Complexo do Gericinó, sejam eles seus parceiros ou filhos. Coloco em destaque análises que
surgem a partir de idas a esse espaço, considerando as experiências que me atravessaram desde o
trajeto até a fila no local. Combinadas a essas observações, trago destaque para a dimensão do
tempo, do trabalho do cuidado, e da agência das mulheres em dinâmicas exaustivas queapontam
para essas mulheres articulando simultaneamente crime, família e Estado.