PROFLET PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Teléfono/Ramal: No informado

Banca de QUALIFICAÇÃO: FLAVIO COSME ROCHA DE LIMA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : FLAVIO COSME ROCHA DE LIMA
DATA : 26/08/2020
HORA: 15:30
LOCAL: Plataforma RNP
TÍTULO:

ESTUDO E USO DE TER, HAVER E EXISTIR NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA PROPOSTA COLABORATIVA DE APRENDIZAGEM


PALAVRAS-CHAVES:

Ensino dos verbos existenciais; gêneros textuais; aprendizagem colaborativa.


PÁGINAS: 47
RESUMO:

Este projeto apresenta uma proposta colaborativa de aprendizagem (TORRES e IRALA, 2014)  para o estudo e uso dos verbos terhaver e existir no 7º ano do Ensino Fundamental. Os estudos linguísticos apontam para a preferência da forma ter nas construções existenciais na oralidade (DUARTE, 2003; CALLOU e AVELAR, 2000; VITÓRIO, 2010; DUTRA, 2000), mas, na escola, o aluno passa a conhecer o uso dos verbos haver existir com base na descrição das gramáticas normativas. Sugere-se um circuito didático de maneira que o estudante entre em contato com as várias possibilidades de construções existenciais e aprenda a usá-las em contextos de oralidade e escrita, considerando o interlocutor dos textos. Parte-se do contínuo oralidade-letramento (BORTONI-RICARDO, 2004, 2005), passando pelo contínuo circular oralidade-escrita-oralidade (BRAVIN DOS SANTOS, 2018). Para esse circuito, pretende-se usar vários gêneros textuais (MARCUSCHI, 2010), inclusive digitais como a fanfic. O objetivo principal, portanto, da proposta é contribuir para o conhecimento, por parte dos alunos do 7º ano do Ensino Fundamental, dos verbos ter, existir e haver e a relação deles com aspectos da oralidade e escrita do português como língua materna. A hipótese que direciona o circuito é que o estudo e uso desses verbos, no Ensino Fundamental, devem estar associados à linguagem em uso do aluno, aos gêneros textuais da oralidade e da escrita, à relação com o interlocutor do texto produzido e à reflexão metalinguística. Relacionaremos a abordagem colaborativa de aprendizagem a aspectos da metodologia ativa de ensino de línguas (MORÁN, 2015) para sustentar a ideia de que o professor de língua materna pode atuar como um agente de mediação do aprendizado dos verbos mencionados, apresentando as possibilidades de usos na escrita e na oralidade. O aluno será o agente desta ação pedagógica por meio da qual constrói e aplica o saber aprendido. 


MEMBROS DA BANCA:
Externa à Instituição - KAREN SAMPAIO BRAGA ALONSO - UFRJ
Presidente - 1735678 - ANGELA MARINA BRAVIN DOS SANTOS
Interno - 1328759 - GILSON COSTA FREIRE
Notícia cadastrada em: 12/08/2020 14:38
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