Banca de DEFESA: JOYCE DE AGUIAR CARVALHO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : JOYCE DE AGUIAR CARVALHO
DATA : 30/08/2022
HORA: 08:30
LOCAL: Virtual
TÍTULO:

ANÁLISE ESPECTRAL DE PLANTAS DANINHAS NA CULTURA DO SORGO (SORGHUM BICOLOR) NA REGIÃO DO VISÍVEL


PALAVRAS-CHAVES:

Assinatura espectral, Agricultura de precisão, Análise multivariada.


PÁGINAS: 59
RESUMO:

O sorgo é uma planta rústica que se destaca pela elevada produção de biomassa e tolerância ao déficit hídrico tornando-a uma boa alternativa de diversificação agrícola. Um fator latente que acarreta problemas na produção do sorgo é a presença de plantas daninhas, que competem por nutrientes e água com a Cultura. O estudo da análise espectral das plantas por espectroradiômetro pode ser uma ferramenta ideal para tomadas de decisão, obtendo resultados mais rápidos e de forma não-destrutiva para o manejo das culturas. O presente trabalho tem como objetivo definir a faixa espectral adequada para diferenciar as plantas daninhas do sorgo na região espectral do RGB por meio do espectroradiometro. O experimento foi realizado na UFRRJ, localizada em Seropédica RJ, em uma área de 1 ha de produção de sorgo. Foram analisados 40 pontos de controle em cinco diferentes datas de coleta das assinaturas espectrais das plantas. A análise espectral foi realizada para as plantas daninhas e para a cultura do sorgo por um espectroradiometro ASD FIELDSPEC® 4. As leituras espectrais foram analisadas com uma técnica da estatística multivariada, a análise de componentes principais (PCA), de modo a obter classificações consistentes quanto à discriminação das faixas espectrais para as espécies de plantas da área. Como resultado do estudo, foi observado que as plantas apresentaram comportamento diferentes para os cinco dias de coleta, principalmente na região do verde e do vermelho. A análise de componentes principais permitiu a redução da dimensão dos dados e a discriminação das faixas espectrais que diferenciaram os grupos de espécies de plantas daninhas e o Sorgo. A região do verde apresentou maior diferenciação entre as plantas para todas as coletas. As faixas espectrais ideais para a distinção das espécies na região do vermelho foram os comprimentos de onda 689-693nm para a primeira coleta, 650-662nm para a segunda coleta e 657-660nm para a última coleta e na região do verde de 570-580nm. Essa diferença espectral entre as plantas ocorre devido ao conteúdo do pigmento de cada espécie, como clorofila e carotenoides. Os resultados obtidos contribuíram para a discriminação das espécies de plantas daninhas e Sorgo na região espectral do RGB, apresentando potencial de utilização para discriminar espécies, o que torna uma alternativa mais acessível.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1050615 - MURILO MACHADO DE BARROS
Interno - 2161955 - ANDERSON GOMIDE COSTA
Externo à Instituição - FLÁVIO CASTRO DA SILVA - UFF
Notícia cadastrada em: 18/08/2022 10:06
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