ADIÇÃO DE LITHOTHAMNIUM AO SOLO DE WETLANDS CONSTRUÍDOS TRATANDO ESGOTO SANITÁRIO VISANDO REMOÇÃO DE NUTRIENTES
Remoção de fósforo, alagado construído, granulado bioclástico marinho
O avanço no tratamento de efluentes domésticos com iniciativas otimizadas, que refletem em baixo impacto é uma alternativa a ser prospectada. As concepções das Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) com uso do cultivo de vegetações macrófitas submetidas ao controle e monitoramento, definido como wetlands construídos, propõe eficiência no que se refere a remoção de contaminantes, com destaque a retenção de nutrientes como as concentrações de nitrogênio e fósforo. O modelo promove de forma assistida a integração ecológica, na composição do solo e o substrato das plantas, destaque as classes macrófitas, restrição às espécies Papiro-brasileiro (Cyperus giganteus) e Sombrinha Chinesa (Cyperus alternifolius). Na cadeia de controle, em principal a capacidade da absorção das cargas presentes no esgoto bruto, define elementos a serem assistidos no desenvolvimento das seções de wetlands construídos. Contudo é limitante ao desempenho, mediante a exigência das extensões de área mediante as variações de cargas e os impactos da sazonalidade, que refletem na restrição da eficácia da retenção dos nutrientes. Neste ensejo a dosagem acompanhada de Lithothamnium Calcareum pode se estabelecer como potencial a ser avaliado, com intuito da potencialização da remoção de nutrientes presentes no efluentes doméstico, submetido nos tanques de wetlands construídos, inseridos no complexo de tratamento ativo, no caso a ETE Ponte dos Leites, face a inibição dos processos eutrofização de corpos hídricos.