Banca de QUALIFICAÇÃO: RUBIA DE MOURA CARNEIRO

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : RUBIA DE MOURA CARNEIRO
DATA : 21/11/2019
HORA: 09:00
LOCAL: Sala 04 - DFITO
TÍTULO:

ALTERNATIVAS DE MANEJO PARA O CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS DO GÊNERO COMMELINA


PALAVRAS-CHAVES:

controle químico, pré-emergentes, pós-emergentes, trapoeraba.


PÁGINAS: 20
RESUMO:

Em áreas de produção agrícola onde o uso do herbicida glifosato é frequente, vêm sendo relatado o aumento na população das espécies de trapoeraba (Commelina benghalensis) e (Commelina diffusa), em razão da tolerância a esse herbicida. Dessa forma, o uso isolado do herbicida glifosato para o controle dessas espécies de plantas daninhas é inviável. Sendo assim, o controle dessas espécies pode ser realizado com manejo de dessecação aliado ao uso de herbicidas pré-emergentes ou herbicidas pós-emergentes em mistura, ampliando o espectro de ação e a eficácia de controle. O objetivo desse trabalho é avaliar a absorção e translocação dos herbicidas glifosato, 2,4D, saflufenacil e a eficácia no controle das espécies de trapoeraba (Commelinna benghalensis) e (Commelina diffusa) em pré e pós emergência com a aplicação isolada e em mistura de herbicidas. Serão conduzidos três, sendo dois deles na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – Seropédica/RJ, na área experimental do Grupo de Plantas Daninhas e Pesticidas no Ambiente (PDPA), e o terceiro no Laboratório de Ecotoxicologia de Energia Nuclear da Agricultura (CENA/USP). O primeiro experimento será realizado em delineamento experimental de blocos casualizados, com quatro repetições onde será avaliada a eficácia de herbicidas pré-emergentes (Imazetapir, S-Metolacloro, Flumioxazina, Diclosulam, Imazetapir+Flumioxazina, Clomazone e Diurom+Sulfentrazona e testemunha) no controle de trapoeraba (Comelinna benghalensis) e (Commelina diffusa). O segundo tem como objetivo avaliar a eficácia de herbicidas pós-emergentes isolados e em mistura para o controle das mesmas espécies. O delineamento experimental será em blocos casualizados, com quatro repetições, em esquema fatorial AxB, sendo o fator A os herbicidas e o fator B os estádios fenológicos (8-12 cm e 20-25 cm). Os herbicidas utilizados serão: glifosato,  2,4-D, glifosato+flumioxazina, glifosato+clorimurom, glifosato+cloransulam, glifosato+2,4-D, glifosato+2,4-D+saflufenacil, glifosato+carfentrazona, glifosato+triclopyr e glifosato+triclopyr+saflufenacil e testemunha. Será realizado aos 7, 14, 21 e 28 dias após a aplicação (DAA) avaliações de fitotoxicidade e fluorescência transiente da clorofila a. Aos 28 DAA será realizada avaliação de comprimento de parte área (CPA) e massa seca da parte aérea (MSPA). O terceiro experimento será conduzido em delineamento inteiramente casualizados com quatro repetições, onde será realizada a aplicação dos herbicidas glifosato, 2,4D e saflufenacil, afim de avaliar a absorção e translocação dos mesmos, realizando-se avaliações nos períodos de 6, 12, 24, 48, 72 horas após o tratamento com os herbicidas glifosato, 2,4D e saflufenacil radiomarcados.  Os dados serão submetidos à análise da variância p≤0,05); e sendo significativos, as médias serão comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.

 


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2466219 - CAMILA FERREIRA DE PINHO
Interno - 019.283.890-31 - ANA CLAUDIA LANGARO - UFRRJ
Externo ao Programa - 3036150 - JUNIOR BORELLA
Externo ao Programa - 1905333 - AROLDO FERREIRA LOPES MACHADO
Notícia cadastrada em: 28/10/2019 17:56
SIGAA | Coordenadoria de Tecnologia da Informação e Comunicação - COTIC/UFRRJ - (21) 2681-4638 | Copyright © 2006-2026 - UFRN - sig-node3.ufrrj.br.producao3i1