DESCRIÇÃO ANATÔMICA E ALTERNATIVAS DE MANEJO PARA O CONTROLE DA ESPÉCIE Euphorbia hirta
Pré-emergentes; Pós-emergentes; Caracterização anatômica; Erva de Santa Luzia.
As áreas com infestação da espécie Euphorbia hirta estão crescendo, especialmente na região centro-oeste do Brasil, em virtude da dificuldade de controle com as técnicas normalmente utilizadas para o manejo de plantas daninhas. Devido ao controle químico ser o principal método de manejo, é importante os estudos sobre alternativas ao glifosato, em pré ou pós-emergência, que sejam eficazes para o manejo da espécie. O objetivo desse trabalho será avaliar a eficácia no controle da espécie E. hirta, em pré e pós-emergência da espécie com a aplicações isoladas e em mistura de herbicidas. E também apresentar conhecimentos relacionado a caracterização anatômica caulinar e foliar da espécie E. hirta. Serão conduzidos três experimentos na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – Seropédica/RJ. O primeiro experimento (EI) irá avaliar a eficácia de herbicidas pré-emergentes no controle da espécie Euphorbia hirta, enquanto o segundo (EII) irá avaliar a eficácia de herbicidas pós-emergentes isolados e em mistura para o controle da mesma espécie. E o terceiro experimento (EIII) irá estudar as características anatômicas do caule e da folha da espécie Euphorbia hirta. Os experimentos EI e EII serão feitos em duplicata. O EI será conduzido em delineamento experimental de casualização por bloco, com quatro repetições em esquema unifatorial. Serão avaliados 9 tratamentos em pré-emergência + testemunha sem aplicação. Será realizada aos 14, 21, 28, 35 e 42 dias após a emergência (DAE) avaliação de controle. Aos 42 DAE serão realizadas avaliações de efeito residual, comprimento de parte área (CPA) e massa seca da parte aérea (MSPA). O EII será em dois estádios fenológicos (8 a 12cm e 20 a 25cm), sendo cada um conduzido em delineamento experimental de casualização por bloco, com quatro repetições em esquema unifatorial. Serão avaliados 29 tratamentos em pós-emergência + testemunha sem aplicação. Serão realizadas aos 7, 14, 21, 28, 35 e 42 dias após a aplicação (DAA) avaliações de controle e fluorescência transiente da clorofila a. Aos 42 DAA serão realizadas avaliações de comprimento de parte área (CPA) e massa seca da parte aérea (MSPA). Para o EIII as amostras de E. hirta serão processadas seguindo técnicas usuais em microscopia de luz. Os dados quantitativos serão submetidos à análise da variância (p ≤ 0,05); e em sendo significativos, as médias serão comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.