A UTILIZAÇÃO DA REDE SOCIAL FACEBOOK COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA NO ENSINO DE BIOLOGIA. UMA APRENDIZAGEM COLABORATIVA PARA O 1º ANO DO ENSINO MÉDIO
Palavras-chave: Ensino Médio; Ensino de Biologia; Rede Social Facebook.
CHAVES, Valdicélia de Oliveira. A utilização da Rede Social Facebook como Ferramenta Pedagógica no Ensino de Biologia. Uma Aprendizagem Colaborativa para o 1º ano do Ensino Médio.77Texto para Dissertação (Programa de Pós-graduação em Educação em Ciências e Matemática). Instituto de Educação. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, RJ. 2018.
O presente trabalho é uma pesquisa de natureza qualitativa, cujo foco é analisar a utilização da rede social Facebook como ferramenta pedagógica capaz de auxiliar os alunos do primeiro ano do ensino médio a uma aprendizagem colaborativa a atingirem as competências previstas no programa da disciplina de Biologia no país. A pesquisa tem como objetivo identificar o potencial pedagógico e educativo da rede social Facebook no ensino de Biologia. Desenvolver uma estratégia pedagógica apropriada a um tipo de aprendizagem colaborativa no ensino e aprendizagem na disciplina de Biologia em turma do primeiro ano do ensino médio. De acordo comDenzin eLincoln (2006), a pesquisa qualitativa; “envolve uma abordagem naturalista, interpretativa, para o mundo”, nesse contexto os pesquisadores estudam e observam os acontecimentos em um determinado cenários, buscando entender, ou interpretar, os fenômenos em termos do significado que os participantes a eles certificam, para essa pesquisa o cenário é o grupo “BIOLOGIA, Curtindo e Aprendendo” na rede social Facebook.Espera-se que a utilização do Facebook como ferramenta pedagógica, ou como ambiente virtual de aprendizagem no ensino de Biologia no primeiro ano do Ensino Médio, forneça subsídios ao professor para o alcance de uma inovadora prática pedagógica, num contexto mais interativo e participativo; restabeleça as relações entre professore e alunos em nova base, mais reflexiva, crítica, compreensiva e colaborativa; e desenvolva novos critérios de avaliação, mais justos à realidade da escola e dos estudantes, e, principalmente, às suas possibilidades, seu devir.