EDUCOMUNICAÇÃO: DAS ESCOLAS PARA AS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DA BAIXADA FLUMINENSE
educação ambiental, cartilha socioambiental, conservação da natureza, práticas ambientais, educomunicação ambiental.
As unidades de conservação da Baixada Fluminense sofrem por estereótipos atribuídos em virtude de questões sociais e econômicas da região. Esses fatos geram uma crise socioambiental, invisibilizando essas áreas verdes e afetando o estado de conservação dessas unidades. Uma maneira para alterar esse cenário é incentivar a sociedade a se tornar ator social, ou seja, ocupar o papel de protagonista, para criar conexões mais próximas e reviver o sentimento de pertencimento do ser humano com a natureza. A educação ambiental crítica será utilizada como base para esta pesquisa pois ela combate as ideias enraizadas a anos de culpabilização dos impactos ambientais ao indivíduo por si só; ela traz a discussão sobre os efeitos da falta de gestão pública e de fiscalização, como também o avanço da urbanização e da industrialização sobre as áreas verdes. O objetivo é contribuir com o ensino-aprendizagem da educação ambiental das unidades de conservação da Baixada Fluminense, o desenvolvimento de uma cartilha que integra os conteúdos dos PCNs e da BNCC, será o norteador para propor práticas de educação ambiental inovadoras e criativas aplicadas. Ainda introduziremos o conceito de educomunicação que se volta para introduzir ações pedagógicas, de comunicação e de questões socioambientais, por meio de atividades como: produção de conteúdo educativos, criação e uso de vídeos em mídias sociais para a democratização da divulgação da informação. A área de estudo será a Baixada Fluminense e nove municípios. A presente pesquisa justifica-se em incentivar ações de educação ambiental crítica e educomunicação ambiental nas unidades de conservação para alunos do ensino fundamental II e ensino médio, envolvendo as escolas e os professores na conservação da natureza.