Banca de DEFESA: MATEUS RIBEIRO RODRIGUEZ

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : MATEUS RIBEIRO RODRIGUEZ
DATA : 13/11/2023
HORA: 09:30
LOCAL: Departamento de Geografia - LiGA-UFRRJ
TÍTULO:

DINÂMICA DA SUSCETIBILIDADE A OCORRÊNCIA DE INCÊNDIOS NO OESTE METROPOLITANO FLUMINENSE


PALAVRAS-CHAVES:

Dinâmica de Suscetibilidade; Incêndios em vegetação; OMRJ


PÁGINAS: 87
RESUMO:

O fenômeno do fogo em vegetação está muitas vezes atrelado a causas antrópicas, sobretudo em biomas com vegetação florestal de características mais úmidas como é o caso da Mata Atlântica. Para o estudo dessa temática, o mapeamento de suscetibilidade pode auxiliar na identificação de áreas mais sujeitas à ocorrência de incêndios. O objetivo deste trabalho é realizar um estudo comparativo entre as diferentes classes de suscetibilidade à ocorrência de incêndios em vegetação nos anos 2000, 2010 e 2020, tendo como recorte espacial a região do Oeste Metropolitano do Rio de Janeiro (OMRJ). Os materiais utilizados como variáveis de entrada são radiação solar global e curvatura da encosta, derivados de Modelo Digital de Elevação (MDE), e a combustibilidade da vegetação, gerada a partir de classes de uso e cobertura da terra. As classes de uso e cobertura foram geradas a partir imagens de sensores multiespectrais dos satélites Landsat-7 (ano 2000), Landsat-5 (ano 2010) e CBERS-04A (ano 2020). Já o MDE foi produto da interpolação de dados altimétricos na base de dados contínua em escala 1:25.000 do Rio de Janeiro (IBGE, 2018). Indicadores complementares como focos de calor (INPE, 2022) e cicatrizes de áreas queimadas, auxiliam a localizar e anomalias térmicas que podem indicar queimadas, e a estimar extensões de áreas queimadas, complementando a análise de dinâmica da suscetibilidade. Foram utilizadas informações tratadas a partir de dados do sensor MODIS, do satélite AQUA em uma série histórica de 2002 a 2021, para os focos de calor, enquanto as cicatrizes de ocorrências de incêndios foram realizadas a partir de anos mais recentes (2021 e 2022), delimitadas a partir de imagens Sentinel-2. Os resultados obtidos a partir do estudo da dinâmica de suscetibilidade apontam para uma estagnação em áreas classificadas como alta suscetibilidade e um aumento gradual de áreas não suscetíveis, que podem estar relacionados ao crescimento urbano na região.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1766120 - GUSTAVO MOTA DE SOUSA
Externo à Instituição - MANOEL DO COUTO FERNANDES - UFRJ
Externa à Instituição - RENATA LIBONATI DOS SANTOS - UFRJ
Notícia cadastrada em: 31/10/2023 11:14
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